Se antes pensava na vida, como sendo uma cópia do velho guitarrista cego de Picasso e toda sua estética desoladora, mas, sobretudo com um suspiro artistico, agora penso nela como o mictório de Duchamps, um simples e controverso objeto que valorizamos porque alguém disse que é especial, mas que no final só foi feito para se dar uma bela de uma mijada.
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