Sou um filho bastardo, degenerado. Filho da pós-modernidade com o romantismo, mas não puxei nenhum dos dois, nenhum deles me acolhe em seus braços. Carrego dentro de mim o gérmen da destruição, o pássaro hesseniano que quebra o ovo para nascer, nascer deformado, sem asas pra voar, nascer em coma, impotente.
Sou o mulato indie, o caboclo nouveau, o cafuzo synthpop, um alienado dissociado com o ego em frangalhos. Laico com chagas cristãs, um pobre macaco em meio a um circo espacial.
Uma pluma no ninho de cucos, Bacamarte que se recolhe em sua casa verde. Um humano fingindo ser um animal em meio a animais fingindo ser humanos.
Aqui jaz um ego, que deu seus últimos suspiros através da ferida de narciso. Afortunado foi Iokanaan que viu a luz antes de perder a cabeça e foi salvo pelo amor. Só o amor nos liberta da obrigatoriedade de ser livres.
ow, pqp.
ResponderExcluirfiz um comentário sensacional aqui e ele engoliu
blogger de merda
Leitora-fã
ResponderExcluirOo
ResponderExcluirainda bem que vc postou isso, estava preocupada se estaria vivo depois do fds...rs
ResponderExcluir=*
puts..to vendo agora q vc postou em julho..vc ainda pode ter morrido! me de noticias
ResponderExcluirO Melhor post seu que li ate hoje, humano demasiadamente humano.
ResponderExcluirAinda mais legal de tudo é que apesar de toda sua hipermodernidade Hi Tech, vc ainda consegue gostar de bolo de peixe,cerveja e CAM.Tipo nem ai para as mazelas da paixão, rsrsrsrs.
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