<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510</id><updated>2011-08-22T16:54:34.172-03:00</updated><category term='Mùsica'/><category term='Textos'/><category term='Frases'/><category term='Contos'/><category term='4 versos'/><category term='Sugestões'/><category term='TOP 5'/><category term='Pensamentos profundos'/><category term='Tipos Urbanos'/><category term='Ensaiando'/><category term='Outras coisas'/><category term='Poemas'/><title type='text'>Oficina do Diabo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>83</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-6694729323709493288</id><published>2011-06-19T01:47:00.001-03:00</published><updated>2011-06-19T21:26:52.003-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Abaporu entalado</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sou um filho bastardo, degenerado. Filho da pós-modernidade com o romantismo, mas não puxei nenhum dos dois, nenhum deles me acolhe em seus braços. Carrego dentro de mim o gérmen da destruição, o pássaro hesseniano que quebra o ovo para nascer, nascer deformado, sem asas pra voar, nascer em coma, impotente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sou o mulato indie, o caboclo nouveau, o cafuzo synthpop, um alienado dissociado com o ego em frangalhos. Laico com chagas cristãs, um pobre macaco em meio a um circo espacial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma pluma no ninho de cucos, Bacamarte que se recolhe em sua casa verde. Um humano fingindo ser um animal em meio a animais fingindo ser humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aqui jaz um ego, que deu seus últimos suspiros através da ferida de narciso. Afortunado foi Iokanaan que viu a luz antes de perder a cabeça e foi salvo pelo amor. Só o amor nos liberta da obrigatoriedade de ser livres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6694729323709493288?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6694729323709493288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2011/06/abaporu-entalado.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6694729323709493288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6694729323709493288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2011/06/abaporu-entalado.html' title='Abaporu entalado'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1877460792813947885</id><published>2011-02-18T00:23:00.000-02:00</published><updated>2011-02-18T00:23:04.584-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tipos Urbanos'/><title type='text'>Sobre túneis, mofo e batatas. (Tipos Urbanos: #1)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida é como se fosse um túnel. Longo, escuro e desconhecido. E cada um tem seu próprio túnel, e o mundo é assim, cheio de túneis transversais que se cruzam por um breve momento e depois insistem em se distanciar até o infinito. Essa é a minha história, sua história. Somos paridos, crescemos e morremos sós por mais que sejamos atravessados por dezenas de túneis ao longo do nosso tortuoso caminho. Acontece que em minha idade o meu túnel não parece mais ser tão longo. E posso dizer que aqui, ao final do túnel ele é bem mais estreito e sufocante, e toda aquela história, de uma luz e um campo gramado, de nuvens e chocolate, não parece ser tão certa. Posso jurar que vejo algo no fim, e é apenas um estreitamento, acho que o túnel está se fechando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao meu redor apenas mofo e sujeira. Meu olfato parece ter se degradado junto com meu senso de higiene. Talvez seja a minha visão, não sei ao certo, mas consigo sentir a podridão, talvez seja só eu. Olho no espelho ao final de meu expediente e no início de cada dia e não me vejo. Vejo algumas dobras gordurosas, vejo olhos tampados por pele. Vejo também o meu couro cabeludo encoberto parcialmente por ralos fios de cabelo tingidos de acaju. É triste olhar para o que seria seu reflexo e não saber mais nem a que gênero pertence.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somos sós, e sabemos disso. Essa é nossa essência, banal e crua. Naturalizamos tanto a solidão que não as enxergamos, a não ser quando nos vemos entalados em um túnel escuro. Antes desse momento a nossa vida parece ser feita apenas de interseções. &lt;i&gt;que sorriso bonito, quer ir para o meu apartamento? fode, me fode, gosto tanto de você, adoro seu sorriso, eu te amo, nunca me deixe, acho que as coisas perderam o brilho, o encanto, você sabe, eu te adoro, me deixe só, que sorriso bonito, vamos pra um motel, me fode...&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora estou aqui, a fritar batatas. Os homens sempre foram feitos de carência, cacetes duros e insegurança. Mas não comigo, não mais. Eu sou quem frita as batatas. Nos meus cabelos ralos um pano, na minha boca pouco mais de uma dúzia de dentes. E no resto, pele velha e relaxada. Não tenho mais gênero. Sou apenas um humano. Eu cago e mijo, mais que nunca diga-se de passagem, e frito batatas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhum túnel vai cruzar o meu novamente, agora ele é demasiado estreito. Sou só, sempre fui. Mas antes tinha aquela falsa esperança, aquela mesma que você tem. Aquela que talvez fosse a única que me acompanhou a vida inteira, agora não mais. Sou só. Sempre fui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1877460792813947885?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1877460792813947885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2011/02/sobre-tuneis-mofo-e-batatas-tipos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1877460792813947885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1877460792813947885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2011/02/sobre-tuneis-mofo-e-batatas-tipos.html' title='Sobre túneis, mofo e batatas. (Tipos Urbanos: #1)'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3469156662249204694</id><published>2010-10-08T19:04:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T19:04:56.148-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Amanhã</title><content type='html'>É um berro, um grito, um lamento. O puro tormento, reflexo lamacento de algo que já não é. É um romance, comédia ou uma trama, simples confusão. Um giro, um tombo, um tropo. A cada página uma logra invenção. São suspiros, sorrisos e gemidos. Uma pedra, cinco toneladas e a sinestesia catártica de duas flores sem pólen. Peso esquecido, sofrimento esmorecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um silêncio, meio olhar e o retorno do pesar. A porta que se fecha, o aroma que se dissipa, novos tropos e a lama que insiste em me sufocar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3469156662249204694?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3469156662249204694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/10/amanha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3469156662249204694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3469156662249204694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/10/amanha.html' title='Amanhã'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7620186369184090717</id><published>2010-09-27T00:46:00.003-03:00</published><updated>2010-09-27T16:06:19.309-03:00</updated><title type='text'>Pentimento (em construção)</title><content type='html'>Se antes pensava na vida, como sendo uma cópia do velho guitarrista cego de Picasso e toda sua estética desoladora, mas, sobretudo com um suspiro artistico, agora penso nela como o mictório de Duchamps, um simples e controverso objeto que valorizamos porque alguém disse que é especial, mas que no final só foi feito para se dar uma bela de uma mijada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7620186369184090717?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7620186369184090717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/09/pentimento-em-construcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7620186369184090717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7620186369184090717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/09/pentimento-em-construcao.html' title='Pentimento (em construção)'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7419327668802348657</id><published>2010-09-23T11:03:00.002-03:00</published><updated>2010-09-23T11:06:12.114-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frases'/><title type='text'></title><content type='html'>Como uma puta barata de beira de estrada, nunca sabemos quando vamos receber uns trocados, uma bela fodida ou um chute no estômago.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7419327668802348657?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7419327668802348657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/09/como-uma-puta-barata-de-beira-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7419327668802348657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7419327668802348657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/09/como-uma-puta-barata-de-beira-de.html' title=''/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3420290000259595536</id><published>2010-09-21T22:30:00.002-03:00</published><updated>2010-09-21T22:34:11.149-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Pintado de azul</title><content type='html'>&lt;div&gt;Maldito pássaro inoportuno&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Arrancando toda minha pele e me deixando nu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cantando alto e espalhafatoso com toda sua plumagem azul&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais forte que eu, mais forte do que eu jamais poderei ser&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Maldito pássaro inoportuno&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que não se rende a cigarros, whisky, pó ou putas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele sempre foi mais forte que eu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E mesmo quando adormecido é visível a léguas de distância&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voe pra longe, deixe-me viver com dignidade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou fique e me queime logo por dentro, até a morte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não fique aqui olhando o meu choro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E ainda sim cantando, com essa plumagem azul&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3420290000259595536?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3420290000259595536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' 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carnavais&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-2547511989895333899?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/2547511989895333899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/07/ontem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2547511989895333899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2547511989895333899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/07/ontem.html' title='Ontem'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8598058637990333117</id><published>2010-05-13T00:10:00.006-03:00</published><updated>2010-05-13T00:31:21.827-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Por volta das 3 da manhã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já eram duas e quarenta e cinco da manhã, e eu logo pensei como tudo desmoronava sob meus pés, eu já estava sozinho há duas semanas em casa trancado, mal suportava o meu cheiro. Morava então num bairro perto da linha de trem, longe de tudo e perto da parada dos trens. Todo dia as vinte e duas e trinta e cinco o trem buzinava incessantemente tentando avisar alguma coisa, nunca entendi. Além de o acesso as linhas ser restrito, é uma linha de trem, não há pra quem buzinar, o caminho é reto e sem transito. De qualquer forma, há duas semanas esse era um dos únicos contatos que eu tinha com o mundo lá fora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sentia que agora estava sendo sincero comigo, fazendo tudo aquilo o que eu queria, ou melhor, não fazendo nada que não queria, minha vida se resumia a nada. Tudo que eu via eram fotos coladas na parede de quando eu ainda tinha fé. As fotos de meus amigos sorrindo me criavam uma tremenda angustia. Lembro como era feliz naquela época, mas olhando agora me enrubesço de estar sorrindo em meio a tanta gente patética. Aquilo definitivamente não podia ser real. Ao fundo do painel a parede estava úmida, esverdeada devido ao mofo acumulado de meses, rachaduras por todos os lados. Este sim parecia o plano de fundo de uma vida inteira, decadente e desolada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três horas, duas semanas se passaram. Vou até o banheiro e vejo meu reflexo ou algo que deveria ser o meu reflexo. Vejo todo o óleo acumulado de pelo menos três dias sem sequer lavar o rosto, meus dentes estão com um aspecto terrível. Minhas olheiras estão realmente profundas. Toda aquela massa amorfa, com gordura e pelos espalhados em toda sua extensão, aumentam o meu nojo e me fazem lembrar que ali é o meu verdadeiro lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É duro admitir, mas depois de ver todos os seus pilares emocionais destruídos um a um, toda aquela fé acaba dando espaço pra uma compreensão dura e dolorosa de nossa existência. Toda aquela fé se transformou na mais pura e simples fome, uma insaciável fome. Há dois anos como tudo o que me aparece pela frente, devoro experiências, amigos, sonhos e corações. É como se eu fosse um buraco negro e a fé fosse uma luz. Na ausência completa de fé, toda a fé que passou por mim nesses anos foi sugada e transformada em trevas, aqui dentro de mim. Só agora, duas semanas longe de todos esses medíocres românticos que mentem diariamente para si mesmos, me sinto puro, e não tenho mais aquela azia corrosiva. Só sentia o meu próprio hálito pútrido e minha saliva viscosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentia que todos que lá fora riam da minha imundice, sentia que todos eles estavam felizes jantando e arrotando ao som de Bob Dylan. Sentia o odor ácido de meu corpo imundo e minha consciência limpa como um consultório odontológico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três e quinze da manhã, uma vida contada em uma hora e tudo o que eu esperava é que minha morte chegasse em 5 minutos. Mas não, a morte iria demorar mais que o desejado. Após outra hora vomitando pura bile no chão do quarto, tudo o que eu consegui foi dormir. Acabara de desperdiçar as últimas horas antes do fim de minhas férias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8598058637990333117?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8598058637990333117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/05/por-volta-das-3-da-manha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8598058637990333117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8598058637990333117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/05/por-volta-das-3-da-manha.html' title='Por volta das 3 da manhã'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3705503365633177175</id><published>2010-04-19T16:55:00.001-03:00</published><updated>2010-04-19T16:56:13.893-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>A morte de um feto anencéfalo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;Cansado de catar os cacos e montar monumentos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Cansado de rimar e mijar nos meus momentos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;As cortinas se fecham, e esse é o espetáculo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;É apenas a moldura para um retrato em branco&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Seco, morto.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;BLOG FECHADO POR TEMPO INDETERMINADO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3705503365633177175?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3705503365633177175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/04/morte-de-um-feto-anencefalo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3705503365633177175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3705503365633177175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/04/morte-de-um-feto-anencefalo.html' title='A morte de um feto anencéfalo'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3466230140920124942</id><published>2010-03-28T19:46:00.002-03:00</published><updated>2010-03-29T22:48:41.241-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Bogeyman</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos sempre à procura de novos monstros, eles sempre são mais interessantes que nós, meros filhos do meio, patéticos e comuns.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio a essa batalha incessante por atenção, cheia de egos famintos enfileirados nas suas trincheiras, queremos sempre ampliar nossos dramas. Queremos chorar feito crianças até perder o ar para que alguém nos direcione um simples olhar. Somos magoados, chutados, largados de lado. Somos trocados por uma mulher com os seios mais rígidos, por um babaca alienado com uma conta bancária mais gorda, somos humilhados em público por pessoas que antes estavam te chupando dentro de um carro. E depois disso tudo, queremos as coisas como antes? Não, pensamos logo em cortar nos pulsos e deixar um bilhete, queremos chamar a atenção. O importante é que todos vejam o tamanho de seu monstro, e como ele foi subestimado durante todo o tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez a saída seja beber até conseguir fazer com que seu fígado vire uma bola de gordura. Ou cheirar quilos de pó. O importante é ser decadente, não importa se é escrevendo poemas em um blog, ou se sustentando um rosto taciturno todo o tempo. Queremos a compaixão, estes malditos egos famintos só querem se alimentar de lágrimas, de sorrisos, de abraços e de consideração. Não importa se é tudo falso, falso como nossas tristes vidas, falso como nossos grandes amores, falso como o instinto de sobrevivência, ou devia dizer covardia e acomodação? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só queremos mostrar nossos monstros, o meu está me devorando. E o seu, anda sob controle?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3466230140920124942?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3466230140920124942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/bogeyman.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3466230140920124942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3466230140920124942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/bogeyman.html' title='Bogeyman'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1861302149239059819</id><published>2010-03-28T01:51:00.003-03:00</published><updated>2010-03-28T01:56:42.088-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>A roda dos expostos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O espelho, a gênese diária de meus monstros imaginários. As verdades, quimeras fugazes, folhas no outono, frutos maduros a caminho da putrefação. A memória, amarga memória de um tapa forte, bem no meio da face, não deveria ter sido assim. O discurso, matéria-prima única desses castelos de areia que ao final da tarde a maré destrói. O orgulho, esse sim seu amigo diário, sentado a mesa, comendo de seu cereal, e lhe defrontando com aquele olhar taxativo que diz, o mundo tem que ser seu. A confusão, puta traiçoeira não lhe deixa decidir para qual lado correr. A morte, mãe acolhedora, sem pressa, a espreita para lhe dar o tenro abraço e lhe dizer ao final, que tudo não passava de uma birra adolescente.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1861302149239059819?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1861302149239059819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/roda-dos-expostos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1861302149239059819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1861302149239059819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/roda-dos-expostos.html' title='A roda dos expostos'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1805365737963900974</id><published>2010-03-05T13:28:00.001-03:00</published><updated>2010-03-05T13:28:46.958-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Vergel de Quimeras</title><content type='html'>&lt;div&gt;Fracassos e desgraças&lt;/div&gt;&lt;div&gt;semeados aos quatro ventos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;vergel de quimeras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;daninhas, estéreis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;amém&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Crisálidas, margaridas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só resta o polén e a insatisfação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;vergel de quimeras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;daninhas, estéreis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;amém&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Madressilvas e heras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;neste labirinto de fástio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que no final separa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a fábula do real&lt;/div&gt;&lt;div&gt;no vergel de quimeras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;amém&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1805365737963900974?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1805365737963900974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/vergel-de-quimeras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1805365737963900974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1805365737963900974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/03/vergel-de-quimeras.html' title='Vergel de Quimeras'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-563146354581470281</id><published>2010-02-14T21:46:00.005-02:00</published><updated>2010-02-14T22:02:14.709-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras coisas'/><title type='text'>Considerações carnavalescas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sensação poderia ser descrita como: me sentir como um escravo recém liberto. Estou sem os grilhões do trabalho, do estresse diário, do consumismo urbano (porque as lojas estão todas fechadas) mas não tenho outra vida para viver. Estou como um pássaro domesticado que é solto e tromba com a cara em todas as paredes da casa, até ficar agarrado em alguma janela ou preso debaixo da tampa de vidro da mesa da copa. Não estou livre, estou apenas no pátio recreativo esperando passarem minhas horas (umas 72) de descanso para então voltar ao dia-a-dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não se engane, não há pássaros livres, apenas tentativas afoitas de sobrevivência. E nesse quesito, nós pássaros de gaiola estamos sempre um passo a frente. Poderia viajar, mas sei que no final o outro dia é sempre o outro dia, no final da transa, o orgasmo, depois do orgasmo, a roupa intima, um cigarro ou um cochilo. Quiçá tudo isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final todo caviar vira ração. No final, é igual ao começo. Apenas uma página branca.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-563146354581470281?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/563146354581470281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/02/consideracoes-carnavalescas.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/563146354581470281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/563146354581470281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/02/consideracoes-carnavalescas.html' title='Considerações carnavalescas'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1594334496297295333</id><published>2010-01-26T21:38:00.006-02:00</published><updated>2010-01-27T10:42:09.252-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras coisas'/><title type='text'>Evil Woman</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Às vezes você olha para um homem e parece que ele está tentando recuperar algo perdido, como o tempo ou o seu grande amor, mas a incrível mania patética de tentar ser empático e a super autoconfiança de achar que se consegue ser empático, só lhe faz ver as coisas de uma maneira infantil.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez o mais provável seja que o tempo realmente tenha sido perdido, que o seu grande amor também tenha morrido, ou fugido e que a sua fé tenha explodido junto com as outras coisas, mas ele não quer mais nada de volta, apenas quer esquecer que tudo tenha existido, e principalmente quer esquecer quem realmente é.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Deixar de lado aquelas suas escolhas, “esvaziar o saco” que encheu durante toda a vida, simplesmente não pensar nas péssimas escolhas que fez, e nas boas escolhas também, pois elas não lhe ajudaram em nada, no fim, tudo vira pó.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas você nunca veria isso, pois está cega por sua maldita empatia, que na verdade é egocentrismo puro e em polpa, é estar tão preocupada com si que se tenta estar no lugar de todos os outros, só para ter a sensação que saberia resolver aquele conflito com sua superioridade auto-sugestionada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E essa auto-sugestão fodida lhe faz achar que sua vida é boa, quando você sabe que pisa em bosta, respira bosta, e está envolto em vômito e sêmen de outras pessoas como você. Pessoas que não querem ver, a não ser a sua própria imagem, depois de quilos de maquiagem. A realidade é dura? Acho que sua resposta é não, mesmo que você tenha certeza que odeia viver. Negue agora, não importa, mas não chore depois, não mais aqui, não mais comigo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A vontade que eu tenho é de mandar você para o inferno, mas o inferno é ruim demais, acredite. Aqui no inferno é tudo solitário, pessimista e definitivamente não é um lugar musical.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E tomara que isso não doa como aqui dói, pois the "&lt;i&gt;sorrow will not change &lt;/i&gt;&lt;strike&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#999999;"&gt;your&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strike&gt;&lt;i&gt; our shameful deeds"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1594334496297295333?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1594334496297295333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/evil-woman.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1594334496297295333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1594334496297295333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/evil-woman.html' title='Evil Woman'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-2862443400266417322</id><published>2010-01-22T10:54:00.001-02:00</published><updated>2010-01-22T10:56:56.879-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Footlose man</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;You can’t always get what you want&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você sequer sabe o quer&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então tropeça e agarra o que seus braços podem alcançar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas todas essas pequenas e fluidas coisas não podem lhe salvar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dedo por dedo você deixa sua humanidade escapar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para então, inerte deixar o seu corpo cair&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seus gritos de dor agora, são confundidos com os de deleite&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas ninguém nunca se esforçou para entender suas súplicas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, não há mais pilares aqui e nem mais devir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só a água empoçada e suja, e reflexos distorcidos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-2862443400266417322?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/2862443400266417322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/footlose-man.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2862443400266417322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2862443400266417322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/footlose-man.html' title='Footlose man'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5648903037790599487</id><published>2010-01-20T20:13:00.003-02:00</published><updated>2010-01-20T20:24:40.682-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>That's life</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo é simples e pré-destinado. Todos têm que crescer, é o que todos dizem. Então menstrue, dê sua coleção de bonecas para sua prima menor, estude, tente ser popular, finja ser mais puta do que parece ser. Depois cresça mais, arrume um namorado fajuto de merda, e pense em arrumar um emprego, reclame de sua vida patética e agora finja ser menos puta do que realmente é. Acomode-se no seu emprego de merda, e lembre-se tudo está escrito. Acomode-se, e apenas tente ser feliz, fechando os olhos para a tristeza, a merda em que você pisa é apenas estrume que faz as lindas plantas crescerem, apesar do fedor que você insiste em não sentir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acomode-se e deixe as coisas seguirem o fluxo natural, não se questione, está tudo escrito. Até onde isso vai? Será que você piscou e perdeu aquela imagem que poderia lhe fazer não ignorar toda essa merda, mas suportá-la e fazer dela sua merda? Ou será que foi outra pessoa quem piscou, não importa, está tudo escrito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não importa, tampe os olhos, o nariz, respire fundo e mergulhe para as profundezas. &lt;i&gt;'Cause this fine ol' world it keeps spinning around.&lt;/i&gt; Você está fazendo o seu papel, eu estou fazendo o meu papel, acomode-se, sempre esteve tudo escrito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5648903037790599487?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5648903037790599487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/thats-life.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5648903037790599487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5648903037790599487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/thats-life.html' title='That&apos;s life'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4663229751337228994</id><published>2010-01-18T16:12:00.005-02:00</published><updated>2010-01-19T14:16:05.937-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Minha inglória</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desculpe babe, mas não posso mesmo simplificar as coisas. Talvez elas tenham perdido a graça, pois só me restou um sorriso de manada, apático, amarelo, hepático. Fico olhando esses fofidos rirem de todos, com todos, de tudo, sem nada. Falta realmente algo, as coisas diferentes se tornam iguais em questão de minutos, e ficam só eu e meu jeito arrogante. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez tenha esquecido minha alma com você, mas emagrecí demais e agora ela não me serve mais. E meu corpo sem alma é como comer sem tempero, de vez enquando dá, mas em pouco tempo fica ruim de doer. Então não foda comigo me pedindo simplicidade, pois já estou fudendo com tanta gente e de tão simples está complicado de aguentar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4663229751337228994?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4663229751337228994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/minha-ingloria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4663229751337228994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4663229751337228994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/minha-ingloria.html' title='Minha inglória'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3084250189502513002</id><published>2010-01-11T21:32:00.002-02:00</published><updated>2010-01-11T21:33:12.148-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras coisas'/><title type='text'>Diálogos imaginários</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não amo a você, não amo a mim. Mas “baby, I’m ready for love”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como pode achar que não posso amar? Amo a idéia de amor, e para mim isso basta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3084250189502513002?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3084250189502513002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/dialogos-imaginarios_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3084250189502513002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3084250189502513002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/dialogos-imaginarios_11.html' title='Diálogos imaginários'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5482294381917109830</id><published>2010-01-10T23:49:00.000-02:00</published><updated>2010-01-10T23:51:02.587-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras coisas'/><title type='text'>Diálogos imaginários</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Apatia, esse é seu problema. Se você continuar não se importando com nada, essa história de queimar vai acabar te derretendo, e depois lhe evaporando, vai acabar virando fumaça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Eu não estou fudendo para isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5482294381917109830?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5482294381917109830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/dialogos-imaginarios.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5482294381917109830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5482294381917109830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2010/01/dialogos-imaginarios.html' title='Diálogos imaginários'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1344539287390774490</id><published>2009-12-22T13:42:00.002-02:00</published><updated>2009-12-22T20:24:55.438-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Let it burn</title><content type='html'>&lt;div&gt;Deixe queimar, ela disse certa vez. Mas talvez não soubesse o impacto que uma simples frase poderia ter na vida de um homem daquela idade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queimar a si mesmo, e a cada resquício de humanidade que lhe restara tornou-se quase que sua ideologia, a única das ideologias restantes, aquela que veio para suprimir todas as outras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cada ítem da sua coleção de moral foi se esvaecendo, um a um, de vegetariano passou a comer carne podre nas lixeiras dos açougues. Aquele homem que sempre fora católico agora mijava em sua estátua fluorescente da virgem maria. Queimava, cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queimava e chorava todas as noites, mas a cada pilar que queimava, só lhe restava apenas o gás para continuar queimando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porém, como uma vela, para-se de queimar, e sobra apenas uma fraca chama. Agora não lhe resta mais a fé, não lhe resta mais as ideologias e nem a chama.  Queimou todo, e agora jogaram terra sobre aqueles restos putréfos de um homem, que um dia soube ter fé.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1344539287390774490?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1344539287390774490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/12/let-it-burn.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1344539287390774490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1344539287390774490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/12/let-it-burn.html' title='Let it burn'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5811912265769144147</id><published>2009-12-09T22:35:00.001-02:00</published><updated>2009-12-09T22:35:34.828-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Sobre coturnos e pessoas felizes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Hoje finalmente, mesmo que por um pequeno período de tempo, achei uma razão de viver, uma legitima motivação para continuar minha vida. Durante alguns minutos, todos os meus problemas existenciais, ou pelo menos alguns deles perderam importância para eu me focar na dor que um coturno pode causar após algumas horas de caminhada. Durante essas horas criei o ideal romântico de chegar a minha casa e ficar descalço. Porra, como essa merda dói, nessas horas só pensava em tirar as botas, e culpava deus e o diabo por me fazerem ter que andar a pé, que vida de cão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;No caminho fiquei pensando na minha conversa do escritório, como uma pessoa que não faz nada além de comer, trabalhar, cagar e dormir pode ser feliz? Mal remunerados casados com a mesma mulher gorda há anos, comendo a mesma ração diariamente, mas felizes, pois podem tomar sua maldita cerveja no final de semana, e eu aqui com toda essa infelicidade livresca no meu coração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Mas sempre esquecia desse papo todo e pensava em tirar minhas botas, e pensava, tenho que comprar um veículo, isso de andar não é vida. De vez enquando a dor abrandava e eu voltava a pensar nas pessoas felizes. Numa ruela escura, com nome de travessa sei-lá das quantas havia uma velha pendurando centenas de luzes de natal na sacada, como alguém pode pensar em decoração de natal com tanta merda por aí? Se existe gente que se satisfaz enchendo de penduricalhos a varanda, pode ter mesmo gente feliz nesse mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Chegando em casa vi um monte dessas pessoas felizes num trailer tomando cerveja, todos bem feios, e obviamente suados de um dia de trabalho, mas aparentemente felizes, só sei que entrei em casa, comi um bom pedaço de pudim, e dormi, de botas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5811912265769144147?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5811912265769144147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/12/sobre-coturnos-e-pessoas-felizes.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5811912265769144147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5811912265769144147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/12/sobre-coturnos-e-pessoas-felizes.html' title='Sobre coturnos e pessoas felizes'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4682981870877704017</id><published>2009-11-14T12:40:00.002-02:00</published><updated>2009-11-14T12:42:49.464-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Um cão malhado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aquele cão vagabundo nunca havia entendido bem o porque de estar vivo. Desde pequeno havia passado maus bocados, andando de lá para cá sem saber o porque disso tudo.  A explicação mais plausível para tudo isso é sua incessante vontade de viver, não se vê um motivo racional para tal vontade, mas ele a sentia e só. Prazeres durante a vida? Talvez alguns raros, como se deliciar ao revirar lixeiras. Mas a comida só servia para prolongar sua existência, no final era tudo em prol da sobrevivência. Havia cobrido certas cadelas por entre esses becos escuros, mas era algum prazer momentâneo, no final o vazio e a falta de razão em continuar suportando todas essas dores, simplesmente para viver, continuavam não fazendo sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse pobre vira-lata malhado, continuava sua dura existência e por mais que achem que não, ele pensava. Não que pensar seja um grande dom, o cachorro concordava com Thomas Gray quando disse que &lt;i&gt;“Onde a ignorância é uma benção, é tolice ser sábio”&lt;/i&gt;, mas já que pensava, e pensar e nada mais fazia sentido, aliás nunca havia feito, o que de novo buscar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa sexta pela madrugada, estava o vagabundo a beira de uma rodovia, latindo para os carros. Quem passava, logo pensava: cães são todos loucos, alguma pessoa deveria pegar este cão e trancá-lo dentro de um canil. Mas nosso protagonista estava decidido, ele iria buscar hoje algo novo, que iria contra o seu principal instinto, o de sobrevivência. Nesse momento, ele parara de se preocupar com o que viria depois da morte, afinal ele nem sabia o que vinha junto da vida. Após alguns minutos dando seus últimos latidos, ele se jogou no meio da rodovia, até que viesse algum carro que não conseguiria desviar. O resultado, pode-se ver no outro dia, aquela pasta vermelha na qual sempre olhamos com repúdio, e apenas desviamos para não sujar nossos pneus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4682981870877704017?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4682981870877704017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/11/um-cao-malhado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4682981870877704017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4682981870877704017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/11/um-cao-malhado.html' title='Um cão malhado'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3505888679380690805</id><published>2009-11-02T18:34:00.001-02:00</published><updated>2009-11-02T18:34:44.862-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outras coisas'/><title type='text'>Alguém responde?</title><content type='html'>O rio da narrativa, é o devir. Tudo flui, nada volta a ser. Mas a água sempre corre do alto para baixo, o rio sempre nos leva para baixo. E as vezes a correnteza é forte e o fluir é rápido. Afogo-me em tanta inconstância. Só eu estou me afogando? Vocês todos jazem no fundo do devir?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3505888679380690805?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3505888679380690805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/11/alguem-responde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3505888679380690805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3505888679380690805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/11/alguem-responde.html' title='Alguém responde?'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1971075942593760090</id><published>2009-10-30T00:20:00.000-02:00</published><updated>2009-10-30T00:21:16.919-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Vômito insone</title><content type='html'>&lt;div&gt;Um grito, um tapa, um tiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;algo que me tire daqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alguém pra me dar corda&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alguém que me tire o chão&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;neblina tão espessa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que só me deixa sentar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e esperar alguém&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que me ofereça&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um grito, um tapa, um tiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;algo que me tire daqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alguém pra me dar corda&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alguém que me tire o chão&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;um trago, um sorvo, um gole&lt;/div&gt;&lt;div&gt;algo que me tire daqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas não pra aquele lugar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não mais pra aquele lugar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É tanta neblina&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1971075942593760090?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1971075942593760090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/10/vomito-insone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1971075942593760090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1971075942593760090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/10/vomito-insone.html' title='Vômito insone'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-6290296499167870400</id><published>2009-10-19T12:26:00.002-02:00</published><updated>2009-10-19T12:27:05.067-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Desalento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma borracha encardida eu mancho aquela velha folha de papel amarelado. Com um lápis eu reescrevo todas as idiotices que eu acabei de apagar. Faço isso mil vezes, a folha amarelada pui-se, sou eu quem estou rasgando-me. Dilacerado, sento a beira desta escrivaninha, reescrevo-me de novo, mas ninguém quer me ler.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6290296499167870400?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6290296499167870400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/10/desalento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6290296499167870400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6290296499167870400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/10/desalento.html' title='Desalento'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7959143417942769782</id><published>2009-09-28T22:39:00.003-03:00</published><updated>2009-09-28T22:52:32.359-03:00</updated><title type='text'>Terças-feiras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Andei pensando, tenho tanta saudade das terças-feiras&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;_ Mas hoje é terça-feira.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Eu sei, mas não gosto dessas terças, é sempre tudo muito pré-fabricado. Sempre paro entre a lixeira e a árvore. E fico pensando em todo aquele lixo fétido junto daquela agradável sombra da árvore onde cachorros caros sempre cagam.  Estão literalmente cagando e andando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;_ Do que está falando cara? Terça é terça e ponto final.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Entenda, não estou falando de terças e sim de saudade. Como pode ser tão ignorante?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;_ Saudade das terças?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Saudade de Chopin, de olhos femininos, quase desenhados a mão olhando para os meus olhos peludos, agora são apenas carros buzinando, árvores fazendo sombras, lixeiras fétidas, cachorros andando e gente má intencionada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;_ Porque está tão nervoso?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Não estou nervoso, só estou com saudade, não entende? Bem, acho melhor pensar sozinho você me aborrece.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7959143417942769782?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7959143417942769782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/tercas-feiras.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7959143417942769782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7959143417942769782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/tercas-feiras.html' title='Terças-feiras'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1700626908131420488</id><published>2009-09-20T21:33:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T21:33:54.084-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Um pouco de ar por favor</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;engolindo sua amarga saliva&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;sentindo uma doce náusea&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;em seu calcanhar só o medo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;e o retrato de escolhas perdulárias&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;é o seu tilintar rotineiro&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;que some ao abrir dos olhos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;e dá lugar ao tiquetaque desvairado&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;de mais um dia sem luar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1700626908131420488?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1700626908131420488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/um-pouco-de-ar-por-favor.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1700626908131420488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1700626908131420488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/um-pouco-de-ar-por-favor.html' title='Um pouco de ar por favor'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5383995833886743278</id><published>2009-09-14T20:35:00.005-03:00</published><updated>2009-09-14T21:00:08.638-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TOP 5'/><title type='text'>TOP 5 - Grandes invenções</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OK, talvez não sejam as maiores invenções, mas são de fato, as que mais facilitam minha vida. Então vamos logo a lista dos 5 itens que revolucionaram meu cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - &lt;b&gt;Internet&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;o fim de todas minhas dúvidas factuais.&lt;/i&gt; Por acaso sabia que existiu uma revolução no dia 7 de abril de 1831? Nem eu, mas Paulino José Soares de Souza disse que sim. Ainda não sabe do que estou falando? Que se dane, é só olhar na internet, ela lhe dirá tudo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - &lt;b&gt;Microondas&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;uma ode à minha preguiça. &lt;/i&gt;Sabe aqueles dias onde não se quer fazer nada além de sobreviver para o próximo dia? Pois é, utilize o microondas para facilitar sua existência, nele você faz macarrão, frita ovos ou explode gremlins. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 - &lt;b&gt;USB: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;porque diabos meu chuveiro ainda não tem um? &lt;/i&gt;Todos vocês devem saber o que é uma entrada ou saída USB, o fato é que ela agora está presente em tudo, plugo meu celular, no meu som, meu som na minha guitarra, meu secador de cabelos no meu aparelho de barbear, minha mesa no meu sofá. Obrigado por colocarem um pouco de padrão nesse mundo desordenado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4 - &lt;b&gt;Refrigerante Zero Calorias: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;o fim do peso na consciência. &lt;/i&gt;OK, como todas as grandes invenções, os retrógrados adoram criticar. "Credo, isso é amargo" ou "Que horror! Espuma em contato com o plástico" são falas comuns destes retrógrados, mas observem que eles ou são gordinhos que já desistiram de emagrecer ou são aqueles magros que não engordam nem sob tortura. Para nós, consumidores da mídia escravos de um padrão estético contemporâneo tomar uma boa coca-cola zero sem nenhum peso da consciência pode sim fazer o dia melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5 - &lt;b&gt;MP3: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;toda a música do mundo ao alcance de um clique. &lt;/i&gt;Certo, a pirataria não é algo bonito, pelo menos não para quem ganha com direitos autorais. Mas o fato é que poder baixar todos os álbuns em qualquer lugar, em qualquer momento é simplesmente divino. Graças a essa linda idéia posso ouvir tanta música quanto um milionário, e com USB ouço as mp3 em qualquer dispositivo, até no meu sofá. =)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5383995833886743278?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5383995833886743278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/top-5-grandes-invencoes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5383995833886743278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5383995833886743278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/top-5-grandes-invencoes.html' title='TOP 5 - Grandes invenções'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3636552386108639089</id><published>2009-09-05T00:36:00.001-03:00</published><updated>2009-09-05T00:37:52.458-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Sobre químeras, olhares pueris e truques de mágica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sempre que olhamos para o cotidiano com aquele olhar infantil de deslumbramento, já possuímos um dia, coisas diferentes são vistas e sentidas. Eu tenho uma certa pré-disposição a ter esse olhar pueril, mas nem sempre sou tão romanesco, o dia-a-dia vai nos transformando em pessoas duras e práticas. Aos poucos, seus anseios &lt;sub&gt;­&lt;/sub&gt;fantasiosos vão dando espaço aos desejos mundanos. Matamos nossas quimeras para simplificar a vida, e com isso não só a simplificamos, mas a desbotamos, a uniformizamos, a esterilizamos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Hoje, ao ligar a TV para jantar (única coisa que dá pra fazer ao se jantar para aproveitar o tempo) vi um truque de mágica, e fiquei pensando na lógica interna de tal coisa. Depois de pouco pensar, cheguei a uma conclusão simples, que já havia chegado antes através de outros meios. A mágica, assim como outros meios de entretenimento, se baseia na quebra da expectativa. Por exemplo, uma piada é boa quando o desfecho é exatamente o contrário do que se imaginava ou quando retrata situações absurdas, que não são de nosso cotidiano. Com a mágica a idéia final é bem parecida, esperamos decifrar o truque, esperamos que algo seja visível, mas sempre o mágico dá um jeito de nos ludibriar, e a cara de espanto é a manifestação mais clara da quebra da expectativa. E por mais que não seja uma regra, normalmente adoramos uma quebra de expectativa, num filme com final revelador, em um livro cheio de reviravoltas, num prato que revela novos sabores ou até mesmo em uma droga que nos dá novas viagens.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;OBS: Já estou percebendo que esse texto está pra lá de didático, mas não é essa a intenção, mesmo assim vou ver onde dá esse texto, e vou postar. [Viu o texto já ficou mais pessoal].&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Bem, voltando ao olhar juvenil, às vezes, coisas que poderiam ser normais, e que muitas vezes devem ter passado despercebidas nos tocam de maneira diferentes. Talvez porque quando estamos com esse estado de espírito de admiração embasbacada, a quebra de expectativa se transforma em regra, e nós gostamos dela certo? Nem vou me arriscar a responder. Só sei que quando algo que lhe tira daquele mundo de águas paradas, da pasmaceira habitual que por mais “diferente” que possa ser vai ficando igual de tão diferente [ok, sei que fui confuso], algo mágico realmente acontece. E nesse momento, você diz para se mesmo [mentalmente], ops... houve uma quebra de expectativa e a mágica romanesca acontece, o olhar pueril funcionou, sua quimera volta a ter vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Até aí, com esses inúmeros exemplos didáticos [está aprendendo né?] chegamos a conclusão que quebrar expectativas é uma coisa boa, certo? Será que se eu disser não estaria quebrando suas expectativas? Pois bem, NÃO.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ao menos não para nós, seres domesticados e alimentados pela “amargura de nossa existência”. Gostamos de estar sempre no controle, gostamos de seguir a cartilha de como se comportar, e mais, gostamos de seguir o manual de como não frustrar expectativas [simples, só não tê-las]. Pois bem, pra mim basta. Vou soltar minha quimera e deixá-la correr livre por aí, porém com um pouco de zelo, pois têm muitos caçadores de quimeras a solta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;OBS2: Quase 1 da manhã, tinha que terminar de qualquer jeito mesmo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3636552386108639089?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3636552386108639089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/sobre-quimeras-olhares-pueris-e-truques.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3636552386108639089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3636552386108639089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/09/sobre-quimeras-olhares-pueris-e-truques.html' title='Sobre químeras, olhares pueris e truques de mágica'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4905114779565794271</id><published>2009-08-03T12:45:00.003-03:00</published><updated>2009-08-03T16:38:18.048-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Eu, Boi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sou o homem que, assim como aquele boi, vive a comer esse capim gordura. Capim viscoso que me suja os dentes, enseba meus lábios, encarde meu buço. Sou o homem que assim como aquele bezerro nasceu querendo aprender a andar, e depois do longo e árduo aprendizado notou que andar ou deitar aqui nesse curral são apenas sinônimos, como eu e você. E logo aprendi a rasgar minha pele neste arame que me dilacera, todos os dias, todas as noites, acordado, dormindo, drogado ou sóbrio, o arame é a subversão, e meus pelos grudados em sua extensão são a marca de minha rebeldia. Assim como aquela vaca, notei que só sirvo para a ordenha, e nem mais o trabalho de me apalpar querem ter. Sei que tão logo meu leite secar, minha pele murchar, minha coluna envergar, serei jogado no lixo, junto com as cabeças de meus amigos, apodrecendo em algum fosso. Não sou herói, não sou lírico, não sou correto, quiçá honesto. Sou gado, e se sou gado é porque sou seu irmão, somos todos gado.  Como bom boi, só espero virar uma picanha e em toda minha carência, receber um elogio, nem que seja sobre o prato de alguém. Ser útil ao deleite alheio, eis nosso destino.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4905114779565794271?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4905114779565794271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/08/eu-boi.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4905114779565794271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4905114779565794271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/08/eu-boi.html' title='Eu, Boi'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8865902908576809677</id><published>2009-07-31T00:24:00.001-03:00</published><updated>2009-07-31T00:27:45.724-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Carta à um amigo próximo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parabéns meu amigo. Finalmente você foi agraciado com um herdeiro, sangue de teu sangue. Agora todas aquelas noites com um sono incerto serão recompensadas, aqueles milhares de reais gastos com pré-natais, remédios e outras coisas agora fazem sentido. Veja como as coisas mudam de uma hora pra outra, há um ano você era um mero solteiro, sem filhos e sem compromissos. Apenas um homem que tinha todo o seu salário para gastar com prazeres mundanos como bebidas, charutos, drogas e festas. Parecia que só o prazer lhe importava.  Agora não, você parou de gastar, apenas trabalhou durante esse ano, todo o seu dinheiro, fruto de seu suor, foi para a poupança cobrir os gastos do nascimento de teu filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quão altruísta você é meu caro, seu peito deve mesmo encher-se de orgulho. E se acha que apenas as noites sem dormir, os gastos infindáveis, o trabalho dobrado e a sua vida sexual acabada são os únicos louros reservados a você, o mais novo pai, está muito enganado. Ainda tem muito por vir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora você poderá finalmente curtir a monotonia de um casamento, ver o desinteresse por sua esposa crescer em progressão geométrica e junto com esse desinteresse crescerá também sua barriga. Mas em contra-partida, você poderá chamar sua esposa de dona Maria cada vez com mais freqüência no bar com seus amigos, e planejar comprar aquela TV de Plasma de inúmeras polegadas. Você perceberá que é muito melhor fazer compras no Leroy Merlin do que na Casa Rio Verde. E aqueles sonhos e anseios por conquistas que um dia sentira, agora depositará no seu filho, o seu reflexo, o seu mini-eu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quando você achar que já experimentou tudo na vida, enganou-se novamente. Você ainda terá que esperar até sua aposentadoria, onde sua vida vai realmente fazer algum sentido. Ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sucessos cada vez maiores. E novamente minhas congratulações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8865902908576809677?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8865902908576809677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/07/carta-um-amigo-proximo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8865902908576809677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8865902908576809677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/07/carta-um-amigo-proximo.html' title='Carta à um amigo próximo'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4247621721778881906</id><published>2009-07-12T23:46:00.003-03:00</published><updated>2009-07-13T09:52:10.109-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>24 horas</title><content type='html'>Hey homem, mais uma vez&lt;br /&gt;Desviante e doloroso&lt;br /&gt;Mas, tudo em sua mão&lt;br /&gt;e o que fará com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fumaça de cigarros&lt;br /&gt;Sorrisos e más intenções&lt;br /&gt;Tudo em suas mãos&lt;br /&gt;e o que fará com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noites e dias&lt;br /&gt;procurando por distração&lt;br /&gt;quartos e cantos&lt;br /&gt;procurando por destruição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas e agora homem&lt;br /&gt;o que fará com isso?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4247621721778881906?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4247621721778881906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/07/twenty-four-hours.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4247621721778881906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4247621721778881906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/07/twenty-four-hours.html' title='24 horas'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1916099294091457000</id><published>2009-06-19T11:16:00.002-03:00</published><updated>2009-06-19T11:22:07.994-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Little Trouble Girl</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesse estado eminente de negação, ela nega a tudo. Nega a si mesmo, nega a todos e a qualquer coisa que note existir. Mas o que é a negação em meio a uma vida enformada, onde até a negação já vem com uma receita pronta.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela se esforça, tenta espernear, tenta ser criativa, mas por mais que se estique, não alcança um lugar diferente do que sempre alcançou, as portas por quais ela passa todos já passaram, a janela por onde ela vê só tem aquela paisagem cinza e esfumaçada de seu dia-a-dia.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com todo o seu ímpeto, que, diga-se de passagem, é típico das jovens, ela não consegue se satisfizer. Ao invés de conseguir alivio para sua dor, consegue apenas alimentá-la. É dor, é tristeza, é desespero, é sufoco. &lt;span&gt; Talvez isso justifique a sua falta de amor próprio, suas escolhas duvidosas e apáticas, ela realmente não faz o que quer, falta-lhe a verve de antigamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas como sabemos, a vida é assim mesmo, deixamos nos envolver em meio essa névoa da mesmice, a busca pelo o conforto acaba por nos matar o brio, e ao fim, não somos nós, somos apenas bolor, esverdeados, decadentes e amorfos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1916099294091457000?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1916099294091457000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/06/little-trouble-girl.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1916099294091457000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1916099294091457000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/06/little-trouble-girl.html' title='Little Trouble Girl'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5425188729095884140</id><published>2009-06-12T14:46:00.001-03:00</published><updated>2009-06-12T14:48:18.552-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TOP 5'/><title type='text'>TOP 5 - VOZES FEMININAS</title><content type='html'>&lt;div&gt;1 - Fiona Apple&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2 - Aimee Mann&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3 - Miho Hatori (Cibo Matto)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4 - Maria Antonia Mendes (A Naifa)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5 - Carla Bruni (não gosto tanto, mas a voz tenho que admitir)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5425188729095884140?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5425188729095884140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/06/top-5-vozes-femininas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5425188729095884140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5425188729095884140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/06/top-5-vozes-femininas.html' title='TOP 5 - VOZES FEMININAS'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4648576453653272371</id><published>2009-05-26T16:33:00.003-03:00</published><updated>2009-05-26T16:39:56.127-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TOP 5'/><title type='text'>TOP 5 - ÁLBUNS DO MOMENTO 2 (com ano)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;1 - 2004 - From a Basement on the Hill (Elliott Smith)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2 - 1994 - Grace (Jeff Buckley)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3 - 1999 - When the pawn (Fiona Apple)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4 - 2008 - Smilers (Aimee Mann)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5 - 2008 - Go Away White (Bauhaus)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como estou ouvindo coisas novas né? (1994 é novo ainda)&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4648576453653272371?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4648576453653272371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/05/top-5-albuns-do-momento-2-com-ano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4648576453653272371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4648576453653272371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/05/top-5-albuns-do-momento-2-com-ano.html' title='TOP 5 - ÁLBUNS DO MOMENTO 2 (com ano)'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8520009021103106275</id><published>2009-05-10T19:22:00.001-03:00</published><updated>2009-05-10T19:22:26.798-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TOP 5'/><title type='text'>TOP 5 - Álbuns do momento</title><content type='html'>&lt;div&gt;1 - Aladdin Sane (BOWIE)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2 - Eletric Warrior (T. REX)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3 - Ultra (Depeche Mode)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4 - The Sky's gone out (Bauhaus)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5 - We Start Nothing (The Ting Tings)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só não para falar que o blog acabou&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8520009021103106275?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8520009021103106275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/05/top-5-albuns-do-momento.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8520009021103106275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8520009021103106275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/05/top-5-albuns-do-momento.html' title='TOP 5 - Álbuns do momento'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8816340373514866470</id><published>2009-04-30T20:25:00.003-03:00</published><updated>2009-04-30T20:27:22.732-03:00</updated><title type='text'>Aviso aos navegantes</title><content type='html'>Em primeiro lugar, algumas pessoas se manifestaram sobre o blog, então obrigado para os que postaram comentários. Aproveitando, queria pedir para se identificarem de alguma forma ao comentar, estou recebendo alguns comentários interessantes e não tem como dizer nada, ou menos saber quem foi, isso é muito triste. Então, parem de mistério e falem seus nomes ou e-mail de contato.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não vou abandonar o blog, mas preciso mudar meus paradigmas pra depois voltar a postar coisas novas, vida nova e essas pieguices todas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8816340373514866470?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8816340373514866470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/aviso-aos-navegantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8816340373514866470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8816340373514866470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/aviso-aos-navegantes.html' title='Aviso aos navegantes'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5121829887147541026</id><published>2009-04-25T15:39:00.002-03:00</published><updated>2009-04-25T15:41:00.840-03:00</updated><title type='text'>Aviso ás "Multidões"</title><content type='html'>&lt;div&gt;Devido a uma retomada de minha autocrítica, não irei mais postar neste blog por um bom tempo, pelo menos até me sentir melhor para isso. Os motivos são simples:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;são poucas as pessoas que lêem, e muito menos as que comentam, isso não é de todo ruim, mas não é de todo bom.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;não me sinto capaz de me expressar, meus textos são medíocres e egocêntricos, e não faz muito sentido publicar algo que só agrada a si mesmo, melhor guardar para mim.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;não quero mais contar com esse subterfúgio virtual, decidi queimar sozinho&lt;/li&gt;&lt;li&gt;e por último, não quero mais testemunhas do que se passa, acho que é importante passo para acabar com meu egoísmo, agüentar tudo sozinho.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei que fui incoerente nos motivos, mas a vida é assim, incoerente e mentirosa. Obrigado aos que sempre leram meu blog, e principalmente aos que comentavam. Isso servia para massagear meu ego, que aqui jaz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5121829887147541026?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5121829887147541026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/aviso-as-multidoes.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5121829887147541026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5121829887147541026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/aviso-as-multidoes.html' title='Aviso ás &quot;Multidões&quot;'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4738368896284720849</id><published>2009-04-22T02:12:00.000-03:00</published><updated>2009-04-22T02:13:05.662-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>História sem fim</title><content type='html'>&lt;div&gt;Abro os olhos, reviro, suspiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite nunca tem fim&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fecho os olhos, choro, pioro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;porque a gente é assim?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As borboletas já não cabem aqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E nos meus olhos molhados&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo-as no fundo do vazo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boiando, junto ao meu reflexo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queria apertar aquele botão&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E ver-me descendo neste buraco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu continuo aqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em pé, esperando o meu descanso merecido&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4738368896284720849?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4738368896284720849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/historia-sem-fim.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4738368896284720849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4738368896284720849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/historia-sem-fim.html' title='História sem fim'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8794097282289141337</id><published>2009-04-17T10:31:00.001-03:00</published><updated>2009-04-17T10:31:53.420-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Cadafalso</title><content type='html'>&lt;div&gt;Galo a cantar, é o sol&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em minha cabeça, mais um dia&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Calos em minhas pequenas mãos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dor em meus pés descalços&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mato a cortar minha pele&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O peso a abater minhas costas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mão a ferir meu rosto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As palavras que me jogam no poço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sol a se por, é a lua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nada mais acontece, é a noite&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Latas nas portas, é o medo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dor em suas víceras, é a morte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cama de palha, é o sono&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cansaço me inebria&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não ouço a lata, a morte espreita&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sorrateiro, foge ao seu destino&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De novo de pé, não, não é o sol&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É o grito, corro para ver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É ele, é a árvore, é a corda&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dor não mais lhe incomoda&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora ela é só minha&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8794097282289141337?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8794097282289141337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/cadafalso.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8794097282289141337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8794097282289141337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/cadafalso.html' title='Cadafalso'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7067150840769190971</id><published>2009-04-16T10:46:00.002-03:00</published><updated>2009-04-16T11:02:24.505-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Amor ideal</title><content type='html'>&lt;div&gt;o amor ideal&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não se desgasta&lt;/div&gt;&lt;div&gt;atinge a todos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;independente de casta&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sentimento ordinário&lt;/div&gt;&lt;div&gt;indefinido, subjetivo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sentimento involuntário&lt;/div&gt;&lt;div&gt;incomplento, transitivo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o amor não pede licença&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não escolhe quem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;doce e eterna sentença&lt;/div&gt;&lt;div&gt;faz-nos de refém&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;porém, sem vivê-lo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não tenho um norte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;por puro desmazelo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;anteponho a morte&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7067150840769190971?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7067150840769190971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/amor-ideal.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7067150840769190971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7067150840769190971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/amor-ideal.html' title='Amor ideal'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1444523837787209792</id><published>2009-04-13T14:51:00.001-03:00</published><updated>2009-04-13T14:51:22.219-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Rio de desgraças</title><content type='html'>&lt;div&gt;Eu rio, rio de desgraças&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio de decepções e desilusões&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio de torrentes sentimentais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio torrencial&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu rio, rio de desgraças&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio de ser sempre o mesmo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio de nunca ser o mesmo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rio do devir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu rio, eu devir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu existo, eu padeço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu, rio de desgraças&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1444523837787209792?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1444523837787209792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/rio-de-desgracas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1444523837787209792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1444523837787209792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/rio-de-desgracas.html' title='Rio de desgraças'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-3310249725308864058</id><published>2009-04-07T23:07:00.003-03:00</published><updated>2009-04-07T23:19:26.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Por nada</title><content type='html'>&lt;div&gt;Por teus pais, que te ensinaram a não quebrar o ovo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por todo o pudor que se amontoou ao teu redor, te sufocando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por toda a beleza que apenas ignoraste por tua existência&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por teus amigos, que te compraram de acordo com a demanda&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por teu dinheiro, que te permitiu falar quando deveria calar-te&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por tua hipocrisia que fez calar-te, quando deveria gritar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por arrepender-te agora, quado não há mais tempo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por não ter a quem dizer adeus...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3310249725308864058?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3310249725308864058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/por-nada.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3310249725308864058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3310249725308864058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/por-nada.html' title='Por nada'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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Bom saber que passaremos mais uma noite juntos, já faz tempos desde a última vez. Sabe como é, o trabalho e a rotina acabam me fazendo dormir cedo e nem tenho tempo para lhe receber.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas aproveitemos nosso tempo juntos, como antigamente. Você me vem com todo esse papo, me deixando paranóico, me lembrando da minha insignificância. Me faz lembrar de todos aqueles problemas de sempre. Pois saiba que adoro essa úlcera que devora meu estomago toda vez que me visita. Ela faz me sentir vivo. Saiba também, que esses fantasmas que lhe acompanham toda vez, bem... já me acostumei com eles, apesar que eles vivem me magoando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena que hoje somos só nós, nossos amigos o Whisky, a cocaína e os cigarros não vieram. A festa é só nossa. Mas como não gosto de pouca gente, estou me encarregando de achar mais alguns fantasmas, lendo aquelas cartas velhas dentro destas latas. Bisbilhotando coisas que não deveria, e imaginando coisas da maneira mais dramalhona e auto-destrutiva possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não que eu esteja despretigiando-lhe, saiba que você é a pessoa mais importante da noite, sem você nada disso seria possível. Só tenho a lhe agradecer. Pois é apenas com você, minha única e sincera companheira é que mostro minha verdadeira face. Você me dá as ferramentas, e eu boto as mãos à obra. Me dê os motivos, e eu estabeleço minha própria desgraça, me dê o tempo, e eu me encarrego de preenchê-lo, com dor e amargura. Só assim, dentro desse abismo consigo olhar o mundo, e ver como tudo é engraçado. A canalhice alheia me enaltece, e quando estou assim, a sós com você, percebo-a com mais clareza. Esse seu jeito de falar, ao pé do meu ouvido, sussurrando me dá calafrios, mas por outro lado, você sabe que acabo me encantando, cada vez mais e mais. O seu discurso é tão sedutor, que acabo por me enojar de todos esses hipócritas falantes. Basta falar para ser hipócrita, e você não fala, sussurra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua sinceridade me comove. Espero ser para sempre seu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[]s&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu principal admirador e escravo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8979072716527397841?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8979072716527397841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/carta-para-uma-amiga.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8979072716527397841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8979072716527397841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/04/carta-para-uma-amiga.html' title='Carta para uma amiga'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-9028734181028315273</id><published>2009-03-26T15:56:00.002-03:00</published><updated>2009-03-26T16:00:12.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Meninos não hibernam</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'Times New Roman';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; width: auto; font: normal normal normal 100%/normal Georgia, serif; "&gt;cansado de tanto correr por atalhos sem fim / cansado, de depois de tanto correr sem chegar, ser forçado em manter a cara de menino limpo saído do banho / imensurável, é o ódio e o horror, irmãos cancerígenos que deitam e rolam aqui e acolá / farto deste “nariz vermelho”, que se avermelha proporcionalmente às trevas ao meu redor / indignado por não entender o jogo, e insistir em rir quando deveria chorar / preguiça, arrogância, tristeza, tédio, medo, desespero / esse grito, que sempre digo estar aqui, em algum lugar / essa esperança enfadonha que não se mostra a que e pra que / perdido, impotente, sozinho, inerte / em suma CANSADO / só queria hibernar até essa tempestade passar / mas não sou mais urso / não sou mais grande / sou só um menino / marcado, doente, mórbido / mas ainda menino.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-9028734181028315273?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/9028734181028315273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/03/meninos-nao-hibernam.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/9028734181028315273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/9028734181028315273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/03/meninos-nao-hibernam.html' title='Meninos não hibernam'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5211271437416687769</id><published>2009-03-22T21:48:00.002-03:00</published><updated>2009-03-22T21:51:22.519-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Nem sal nem açucar, apenas soro</title><content type='html'>&lt;div&gt;Toda a mediocridade do mundo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;reunida em uma pessoa só&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sou Bowie, não sou Cohen&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou apenas gado, a espera do abate&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Toda essa insipidez&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui, cada vez mais perto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sou junkie, não sou beato&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou só mais um filho do meio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Toda essa fleuma&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me impede de gritar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só me resta esse chiado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;asmático e sufocante, mas indolor&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vida morna, meio assim, meio assado&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não dói a ponto de chorar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não diverte a ponto de rir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não esquenta a ponto de suar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não esfria a ponto de espirrar&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5211271437416687769?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5211271437416687769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/03/nem-sal-nem-acucar-apenas-soro.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5211271437416687769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5211271437416687769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/03/nem-sal-nem-acucar-apenas-soro.html' title='Nem sal nem açucar, apenas soro'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4835720095194139624</id><published>2009-02-25T15:34:00.002-03:00</published><updated>2009-02-25T15:35:53.875-03:00</updated><title type='text'>Carta sem destinatário [ou quase]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu nunca havia sentido frio, nunca havia sentido dor. Em todos os meus dias olhava para o chão e nem notava sua presença. Ele sempre esteve lá firme e estável. Cumpria o seu papel, me deixava pisar e andar sobre ele, sem sequer fugir de mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todos os meus dias, meus olhos sempre souberam para onde olhar. Olhavam apenas para onde era permitido. Aqueles horizontes mais longínquos não despertavam o interesse de meus olhos, eles eram pragmáticos e sóbrios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante todos estes anos, minhas mãos sabiam onde tocar, e principalmente como tocar. E nem era necessário pensar, toda aquela repetição fez com que as coisas simplesmente acontecessem.  Não que o meu trabalho fosse um modelo de fordismo, mas a previsibilidade traz a segurança. Nada mais seguro que um dia após o outro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas antes não é agora. Por isso usei todo o tempo o passado para conjugar meus verbos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora o que resta é um fantasma do antes, não que agora seja ruim, mas quando se está aprendendo a voar você apenas quer sentir novamente o chão abaixo de seus pés. E nesse caso, a dor é simplesmente o novo, o sentimento que você não está acostumado, não é rotineiro e se antes você apenas esperava essa dor passar, agora você se dá conta que ela é o novo conforto, ela é quem irá lhe acompanhar daqui pra frente. Mas pisar e não sentir chão é algo deveras assustador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste agora, não há mais lugar para aquela visão clara e decidida, agora resta uma neblina. Os sinais estão lá, mas você não os entende mais. Essa nova língua lhe confunde, lhe deixa com medo. Porque estes olhos insistem em mostrar o novo? Porque estes olhos apenas não se fecham esperando tudo passar? Aqueles horizontes longínquos que antes eram apenas longínquos se chocam contra sua face, eles existem e querem ser notados, ou apenas existem e os olhos querem notá-los.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E as mãos que antes sabiam ser mãos, agora se estremecem como se um Parkinson precoce se apoderasse de seus movimentos.  Mas isso não é genético nem biológico é apenas medo. Medo de não serem compreendidas de não saber se comportar na hora e no lugar certo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que causa esse medo de Agora, é simplesmente o fato de a minha visão ter mudado, mas não os meus óculos.  E isso faz com que o mundo seja distorcido, desfocado. Mas diferente da vida real, não basta ir na ótica e comprar novos óculos, esses têm que se desenvolver com o tempo. Até me adaptar, tenho tropeçado onde nunca havia tropeçado, confundido pessoas, enfim errado. E errado feio. Isso dá ainda mais medo de viver esse mundo sem chão, com neblina, Parkinson e óculos velhos. [Criei um INFERNO!!].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas peço desculpa por não conseguir ser simplesmente o novo eu (com novos óculos) que me propus a ser. Isso parece que vai demorar um pouco. Mas por mais que esteja vendo tudo turvo, agradeço muito a &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;todos* &lt;/span&gt;que de alguma maneira me fazem me sentir bem. Por mais que os malditos fantasmas não me deixem fazer tudo o que eu queira, tudo tem sido muito especial. Simplesmente obrigado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;*Não vou publicar nomes, mas são pessoas reais, de carne e osso. E gostaria de escrever uma carta individualmente e diretamente, mas vocês me julgariam muito emo. :)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4835720095194139624?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4835720095194139624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/carta-sem-destinatario-ou-quase.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4835720095194139624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4835720095194139624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/carta-sem-destinatario-ou-quase.html' title='Carta sem destinatário [ou quase]'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-2475610679019299217</id><published>2009-02-22T12:15:00.001-03:00</published><updated>2009-02-22T12:17:08.377-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Marcas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A despeito de que muitos pensam, não consigo pensar na vida de outra forma senão como uma estrutura. Neste post, quando me refiro a uma estrutura, não estou pensando em termos econômicos, históricos ou sociais de modo geral. Estou pensando em nossa própria vida, como ao longo dos anos estruturamos um modo de ser que é autoritário e sufocante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autoritário, pois ao longo dos anos alguns eventos ou vivencias mudam nossa percepção e nossa própria possibilidade de ter ou fazer as coisas. Alguns preconceitos não fazem mais sentido racionalmente, alguns cuidados novos precisam ser tomados e outros antigos deixam de ser necessários. Além disso, algumas pessoas que dão certo sentido em sua “estrutura” deixam de fazer parte de sua vida, morrem, se mudam ou simplesmente vão embora. [Ou nesse mundo moderno lhe bloqueiam do MSN]. Isso para falar nos impactos práticos, além desses há os referenciais. Você lê um livro e se identifica com a filosofia do autor e quer segui-lá, você conhece um amigo e acha que ele sim sabe viver, e quer copiá-lo, ou mesmo num filme com filosofias e modos de pensar enlatados em 2 horas de duração você se identifica e vê o quão vazia e sem sentido é sua vida. Porém com tudo isso, com todas essas pequenas mudanças e anseios por outro eu, a sua essência é tão dura como um bloco de concreto, tão bem tramada que por mais que você tente no final sempre nota que andou, andou e não saiu do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo destas tentativas de mudança, definimos algumas metas. Externamente são relativamente fáceis de serem cumpridas, como por exemplo, mudar o modo de vestir, começar a beber, parar de beber, começar a fumar, parar de fumar. Decidir falar de tal modo ou não falar, adquirir um novo hobby e assim por diante. Estas coisas precisam apenas de um pouco de força de vontade. Mas quando mudamos ou tentamos mudar essas pequenas coisas estamos tentando reconstruir nossa identidade. De qualquer forma, no estado de auto-desilusão comigo mesmo, estou começando a achar que tudo isso é completamente inútil. É como pintar seu apartamento para achar que mora em um lugar novo, é uma tentativa desesperada de mudanças mesmo que no final, nada mude de verdade. Aqueles preceitos morais, aqueles anos de você mesmo, no fundo não estão mudando, e você sente isso com alguns flashes. Você é outra pessoa 90% do tempo, mas nos momentos cruciais, você se vê assombrado por fantasmas, preso em correntes e simplesmente vê o quão difícil será mudar, e como em toda tarefa demasiadamente difícil, a primeira reação é tentar desistir, sentar na beirada do passeio depois de correr 10 km e ainda faltarem 50. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com esse papo todo parece que estou querendo definir uma essência humana, não é bem isso, não acredito nessa essência eterna e pré-destinada, mas que é difícil tirar as marcas da vida, isso é incontestável. E temos que nos habituar com nossas cicatrizes, porém quando essas cicatrizes estão no rosto e você não consegue mais escondê-las, ou mesmo quando elas estão escondidas, mas uma pessoa importante as nota, é realmente desesperador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só vejo duas soluções possíveis para esse embate. Se esconder em um quarto escuro para sempre, assim as pessoas não mais notarão suas cicatrizes, ou viver mesmo envergonhado por ser algo que não gostaria de ser até que essa vergonha acabe. O problema com a segunda é que você vai passar por maus bocados, algumas experiências serão traumáticas e poderão deixar novas marcas. É difícil viver longe de sua estrutura confortável e receptiva, as novas realidades costumam ser bem cruéis para pessoas sensíveis. Na verdade é cruel com todos, mas as pessoas sensíveis sentem, ora bolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação às pequenas mudanças, apesar de ter dito logo acima que as acho inútil (e realmente é assim que elas têm se mostrado), acredito que em longo prazo podem significar algo. Afinal a vida é como um texto escrito em uma folha branca. O texto não é o papel com um pouco de tinta formando palavras somadas, o texto não é isso separadamente. Ele é a junção destas coisas, o autor o define nos detalhes, no contexto, nos termos, nos exemplos. Racionalmente só consigo pensar que mudando os detalhes, aos poucos se muda toda a narrativa de sua vida. A minha folha não é mais branca, está escrita, amassada e rasurada, mas ainda há alguns espaços nas margens. Talvez só seja preciso reinterpretar e dar um novo sentido as palavras escritas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: comecei o texto com um sentimento horrível de medo, de repente me veio um pouco de esperança, por isso a falta de coesão, sorry.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-2475610679019299217?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/2475610679019299217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/marcas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2475610679019299217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2475610679019299217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/marcas.html' title='Marcas'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7927295423256289507</id><published>2009-02-16T18:50:00.001-03:00</published><updated>2009-02-16T18:52:48.612-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Meu relógio parou</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em uma de minhas anotações de pé de página escrevi: “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Como as pessoas são objetivas, como todos são calculistas&lt;/span&gt;”. Às vezes faço isso, escrevo nas beiradas das páginas alguns assuntos que não tem nenhuma relação com o texto, é essa minha mania intricada de pensar em várias coisas ao mesmo tempo. A maior parte dos meus posts surgem deste tipo de anotação, como neste caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Demorei um pouco para lembrar o que me fez escrever esta frase, mas agora lembrando a situação na qual escrevi me vieram alguns flashes que já são suficientes para escrever este post. Certo dia estava a alguns minutos de sair, lendo um conto de Herman Melville, e então percebi que já estava passando da hora de eu me preparar, trocar de roupa e estas coisas. Ao trocar de roupa fiquei pensando no quanto me tornei calculista e objetivo com o passar do tempo. Mesmo pensando nos exemplos de pessoas que convivem comigo, ou que simplesmente passam pela minha vida aleatoriamente, notei que todas estas pessoas, adultas e responsáveis, no sentido habitual da palavra, eram também extremamente objetivas, pragmáticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que me fez chegar a esta conclusão, são os pequenos detalhes, a principio em meus comportamentos. Ao me preparar para sair escolhi metodicamente o que usar, imaginei as situações possíveis, peguei tudo o que precisava como cigarros, isqueiro, balas e preservativos. Enfim, tentei prever toda a noite para então escolher o que vestir, o que carregar e até mesmo que perfume usar. Tudo bem, até aí nada se caracteriza como exacerbadamente objetivo talvez um pouco calculista somente. Mas vamos continuar com as colocações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei no fato puro de estar saindo, eu já tinha lugar planejado e previamente combinado. Além disso, até o final de noite já estava planejado, já sabia onde comer, já sabia como as coisas poderiam terminar. Novamente, apenas calculista. O que vai mudando este quadro para objetivo é, nunca me veria saindo sem objetivo, sem um lugar planejado. O objetivo pode ser ouvir uma banda, me embebedar, me drogar, conseguir algum sexo ou uma simples conversa com alguém interessante, mas não me vejo mais saindo sem um objetivo. E estendendo esta questão, não me vejo fazendo nada sem objetivos, quando não se tem objetivos simplesmente não se faz. Ficamos prostrados em frente a TV, ou na Internet olhando sites, em busca de algum entretenimento ou quem sabe um novo objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez o que cause este comportamento pragmático seja a vida pragmática de um individuo integrante desta sociedade de consumo. Logo aprendemos que para viver temos que trabalhar. Em seguida trabalhamos o mês todo com o objetivo de se ter um salário. E não sabemos ao certo porque precisamos do dinheiro, a não ser para nossa sobrevivência básica, isto é incontestável, sem dinheiro não se alimenta, não se veste, não se existe. Digo não se existe, pois precisamos comprar, precisamos consumir tanto para nos identificarmos com algumas pessoas tanto para nos diferenciarmos de outras. E não consumimos apenas alimentos ou roupas de grife, consumimos filmes cults, músicas que quase ninguém ouve, consumimos até pessoas. Sim, pessoas. Pessoas interessantes, pessoas bonitas ou talentosas, desse tipo que temos orgulho de andar junto, para também afirmarmos nossa condição, seja ela qual for.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo esse nosso processo de identificação é alimentado por dinheiro, pois para achar esses elementos, temos que freqüentar lugares pagos, temos que consumir coisas que outras pessoas interessantes consomem, temos que nos vestir adequadamente, temos que beber aquela bebida especial, aquela que cria sua identidade. [&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Qual é a sua? A minha é um bom Tennessee Whiskey.&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez por essa necessidade latente de consumir e de construir nossa identidade acabamos por nos tornar claramente pragmáticos. Lembro-me que há alguns anos eu me sentava no portão da casa de algum amigo e simplesmente jogava conversa fora. Eu tinha até tempo de olhar para Vênus (o planeta e não a de Botticelli) e olhar o quanto ele “caminhava” pelo o céu durante a noite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro que podia ficar a mercê do acaso, andar, encontrar um conhecido e andar mais. Hoje em dia o meu tempo vago não é mais vago. Aliás, é bem concreto. Planejo cada segundo, tem o tempo de tocar, o tempo de ler, o tempo de assistir filmes e até mesmo o tempo para jogar conversa fora, o acaso agora é cronometrado. O tempo vago tem hora de começar e hora de acabar. Este é um quadro, não se tem muito o que fazer para mudá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas um dia destes em um das minhas horas vagas planejadas e cronometradas estava sentado em um banco, em uma praça [sem trocadilhos com o programa televisivo por favor]. Estava apenas sentado, e neste momento senti uma ruptura com todo este mundo calculista e pragmático. Já era tarde, e estava apenas esperando dar a hora de pegar um ônibus, mas apesar de estar sem fazer nada com um objetivo, não foi isso que senti no momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naquele momento, não pensei em ônibus, não pensei no outro dia, não pensei em nada. Isso me proporcionou um momento mágico, onde meus sentidos fizeram mais sentido que habitualmente. Pude notar cada detalhe ao meu redor e apenas senti como o momento era bom. Não sei se aquilo era útil, se ia desencadear em outra coisa, só senti o momento. Me senti como aquela criança que via as horas como um monte de regras abstratas, sem sentido. Apenas números.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pouco tempo depois voltei para a minha realidade e já sou uma pessoa pragmática. Mas se pudesse sentir isso outras vezes, acho que já seria o suficiente para suportar esta rotina que simplesmente existe. Não há para onde correr, nem onde se esconder.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo esse sistema, o consumismo e estas coisas que julgamos terríveis acabam no fundo fazendo parte de nós. Sou o sistema, o sistema sou eu. Mas bem que fugir às vezes para outro lugar, um lugar onde o tempo não para, simplesmente deixa de existir, é especial, isto eu não posso negar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7927295423256289507?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7927295423256289507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/meu-relogio-parou.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7927295423256289507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7927295423256289507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/meu-relogio-parou.html' title='Meu relógio parou'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8739557002319499419</id><published>2009-02-09T16:35:00.001-02:00</published><updated>2009-02-09T16:36:23.826-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Simples assim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo dia desses, vi uma cena que provavelmente já havia visto centenas de outras vezes, mas que no momento me tocou de uma maneira diferente. Havia saído para me “divertir” numa sexta-feira à noite, e desta vez resolvi ir de ônibus. Às 21:00 em ponto, chega o ônibus. Nesse horário quase mais nada funciona, apenas bares, shopping e outros meios de entretenimento, e é claro o suporte para isso, como o ônibus supracitado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu estava pensando em milhares de coisas sobre como iria ser minha noite, o que me motiva a sair, o que me motiva a beber, enfim criando algumas expectativas e evitando outras. Estava voltando da lanchonete onde fui comprar mais cigarros quando desce do ônibus o trocador, um senhor que provavelmente deveria ter mais de 60 anos. A primeira coisa neste senhor que me chamou a atenção foi o seu sorriso, que me pareceu deveras espontâneo, isso também deveria ser normal, mas para mim não era. Em primeiro lugar na minha opinião ser trocador de ônibus está numa lista entre os piores empregos do mundo, aturar um ônibus balançando o dia todo, sem fazer nada, e ainda por cima com centenas de passageiros chatos puxando assunto várias vezes por dia deve ser algo realmente assustador. Além disso, pensei comigo mesmo, como alguém, trabalhando numa sexta-feira à noite, com essa idade pode estar feliz?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O senhor estava com seu uniforme, tirando um maço de cigarros do bolso e compartilhando com seus amigos. Neste momento eu pensei, o que será que ele faz nas horas vagas? O que motiva este senhor a continuar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inevitavelmente veio a minha mente uma comparação das coisas que eu faço e julgo importante e as coisas que ele faz. Para mim é importante criar, estou o tempo todo pensando em tocar, compor, escrever poemas, textos, artesanato, enfim, qualquer processo criativo me agrada. Já este senhor, duvido que ele faça alguma destas coisas. Além do mais sua vida sexual era obviamente rotineira, se é que havia alguma vida sexual para ele. A julgar pelo o seu visual, ele não devia ser muito preocupado em conquistar outras mulheres, acho que esta é uma preocupação que não lhe concerne.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A julgar por seus assuntos, ele não parece um apreciador de cinema, música, literatura, fotografia ou qualquer tipo de arte cult. Então o que diabos este homem faz em seu tempo vago? Eu tenho milhões de coisas para fazer no meu tempo vago e continuo buscando mais coisas, como alguém pode viver numa vida tão diferente da minha?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso me faz pensar nas várias outras pessoas que passaram em minha vida que levam uma vida assim, com uns objetivos fixos, palpáveis e simples. Trabalhar, ganhar dinheiro, gastar dinheiro com bens de consumo e pronto, receita de bolo infalível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que a vida pode ser tão simples, será que sou tão frívolo que não vejo o sentido real das coisas? Até esse dia pensava inocentemente que todos eram como eu, que todos teorizavam sobre a vida, que todos apertavam seus pulsos, tentando evitar que o tempo que escoa entre os seus dedos se esgote. Mas não, algumas pessoas só fazem, simplesmente fazem, ou simplesmente deixam de fazer. Simples assim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas pensando nesta simplicidade toda eu me sinto como se tivesse visto um filme sem o final, algo inacabado. Será que tem algum motivo bobo e simples para ser feliz e sentir motivação para viver? Se existe por favor me conte, porque eu tento achar todos os dias e até hoje só acho perguntas. Talvez o trocador tenha a resposta, ou talvez ele nunca tenha se feito esta pergunta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja melhor mesmo não teorizar, só fazer. Talvez a vida seja um destes atos impulsivos que experimentamos. Um destes bem mundanos, motivados por tesão, álcool, medo ou orgulho. Algo que quem não teoriza consegue tirar de letra, algo que “teorizadores” como eu, talvez nunca sintam o gosto. Algo simples como viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8739557002319499419?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8739557002319499419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/simples-assim.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8739557002319499419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8739557002319499419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/simples-assim.html' title='Simples assim'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4281741323136050479</id><published>2009-02-09T00:43:00.003-02:00</published><updated>2009-02-09T09:58:09.141-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos profundos'/><title type='text'>Pensamentos profundos [2]</title><content type='html'>As vezes gostaria de poder cantar uma música inteira, quiçá um álbum de faixa a faixa, mas só podemos cantar refrões.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que me coforma, é que os refrões são as partes mais memóraveis e divertidas de se cantar. ["&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Must be in tune"&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4281741323136050479?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4281741323136050479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/pensamentos-profundos-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4281741323136050479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4281741323136050479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/pensamentos-profundos-2.html' title='Pensamentos profundos [2]'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-6541412256717684222</id><published>2009-02-03T13:11:00.001-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.590-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Dor nossa de cada dia nos dai hoje.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos muito bem quando uma determinada coisa nos faz mal, mas isso não quer dizer que iremos deixar de fazê-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um exemplo prático é, bebemos, nos drogamos, nos envolvemos sentimentalmente com pessoas. Mas mesmo sabendo da ressaca na manhã do dia seguinte, dos possíveis distúrbios mentais ou do sono que algumas drogas podem causar ou que cedo ou tarde as pessoas com as quais nos envolvemos irão, no mínimo, nos frustrar ou nos magoar profundamente, não deixamos de fazer ou querer fazer estas coisas, vivemos realmente um dia após o outro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez seja pelo o prazer fugaz de fazer que fazemos. Mas independente de nossa motivação não adianta chorar o leite derramado, encheu a cara? Ature a dor de cabeça! Amou alguém? Um dia esse alguém irá lhe deixar, nem que seja após a morte [ah sim... todos morrem, seu pai e sua mãe também, então caso os ame, suporte também isso, pois é bem provável q morram antes de você.]. Com drogas talvez ainda seja pior, tem a tal da bad trip que nem espera o dia seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o fato é que nós não só sabemos que algumas coisas que fazemos nos fazem mal, como também sabemos que às vezes a falta de atitude pode nos causar um mal bem pior, algo cotidiano, a agonia de não se gritar, de ter entalado na garganta aquele grande “foda-se”. Isso sim é assustador. Às vezes nos encontramos em um estado onde tudo que ao nosso redor nos deixam doentes, o trabalho chato, a convivência hipócrita, a falta de diversão, enfim a conveniência de ter uma vida medíocre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí entram em cena o nosso cristianismo as avessas, não fazemos o que queremos, mas sim o que é possível de se fazer. Junto com nosso pudor e nossa virtude vem o peso da renúncia de uma vida sem dor. Nos submetemos a tantas coisas sujas e sem sentido apenas por conveniência que no final das contas perdemos o controle de nossas vontades. A falta de atitude vem da apatia, e nela a apatia é fecunda. Como em uma cultura de bactérias a apatia se multiplica até transformar a vida em pura inércia. [Deixemos a vida nos levar]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, o remorso sempre existirá, a experimentação traz o remorso. O que realmente repudio é o remorso de algo que não se experimentou, a voz rouca incapaz de dizer um simples “foda-se”. [Talvez aprendendo a gritar, você acostume-se com os gritos dos outros.]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que esse tipo de indagação reflete bem a dicotomia em que acredito que muitos, como eu vivem: humildade x orgulho. O orgulho é inimigo do remorso, é consciente e permite que vislumbremos que a dor anda junto com o prazer, são coisas da vida. Sentir dor não é errar, não é ruim, faz parte das variáveis da vida. O doce e o amargo, o quente e o frio, a noite e o dia. Quem foge da noite nunca verá o nascer do sol.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A humildade é covarde, ela faz com que fujamos das mudanças, ela prefere a dor em doses controladas, a dor da apatia. A humildade faz o homem acostumar-se com o açoite. A humildade baseia-se no principio da cega expectativa: atenderei as expectativas dos outros, para todos atenderem minhas expectativas. E sabemos, isso não é verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para concluir com esse texto absurdamente pretensioso, e pateticamente com reflexões com mais de um século de atraso, duas frases clichês de Nietzsche, que pra mim fazem sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"Que não se venha a cometer nenhuma covardia contra as próprias ações! Que não as abandonemos em seguida! O remorso é indecente."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"O verme se enconcha quando é chutado. Essa é a sua astúcia. Ele diminui com isso a probabilidadede ser novamente chutado. Na língua da moral: humildade."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6541412256717684222?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6541412256717684222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/dor-nossa-de-cada-dia-nos-dai-hoje.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6541412256717684222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6541412256717684222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/dor-nossa-de-cada-dia-nos-dai-hoje.html' title='Dor nossa de cada dia nos dai hoje.'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1164484770967744962</id><published>2009-02-02T11:35:00.001-02:00</published><updated>2009-02-02T11:37:02.269-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamentos profundos'/><title type='text'>Pensamentos profundos [1]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Há momentos na vida que você percebe que a promessa de um mundo amplo cheio de opções é apenas uma farsa. Você percebe que está num caminho sem volta, lhe falta chão, você só tem uma opção para seguir em frente, e por mais que não goste, deve-se fazer o que tem que ser feito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Essa poderia ser a fala do garçom de onde não tem coca, só pepsi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1164484770967744962?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1164484770967744962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/pensamentos-profundos-1.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1164484770967744962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1164484770967744962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/02/pensamentos-profundos-1.html' title='Pensamentos profundos [1]'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7375676751983759478</id><published>2009-01-26T12:45:00.001-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.591-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Life’s Soundtrack</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente tenho prestado mais atenção em alguns componentes dos filmes, como jogadas de câmera, iluminação, atuações de atores coadjuvantes dentre outras coisas. Mas uma coisa que sempre me chamou atenção, não só no cinema, mas também em jogos e qualquer outro tipo de obra audiovisual são as trilhas sonoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que seria de Magnólia sem a trilha de Aimee Mann e John Brion? Ou todos esses blockbusters como Star Wars, Jurassic Park e E.T. sem as pomposas trilhas de John Williams? E por último, qual seria a graça de Mario ou Donkey Kong sem os deliciosos temas? Bem, para mim é algo tão importante quanto qualquer cena, imagem ou roteiro. Simplesmente essencial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o efeito agradável (ou não) das trilhas não para por aí. Imagine agora uma vida sem trilha sonora? Bem, é claro que nós não temos uma trilha sonora propriamente dita, não no sentido físico. Por exemplo: não se toca uma música romântica quando vemos a pessoa que gostamos, ou aquela música de drama quando alguém de nossa família morre, não em tempo real. Mas no final das contas as nossas lembranças são sempre embaladas por trilhas e temas. Não nos damos conta disso no momento em que as coisas acontecem, mas depois, as músicas deixam marcas profundas e são chaves de acesso diretas para nossas memórias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não posso generalizar e dizer que funciona assim para todos, pois, talvez a música não seja importante para todos. Mas posso dizer que consigo sentir na pele tudo o que passei apenas ouvindo uma faixa que embalou o momento. Hoje é até engraçado pensar em algumas coisas que musicalmente nem me agradam tanto, mas que têm um significado bastante interessante, acho que dão toda a graça de minhas lembranças. Para dar exemplos bobos, basta lembrar da trilha de TOP GEAR para SNES para qualquer marmanjo que viveu essa época ficar empolgado e competitivo. E para dar um exemplo mais pessoal, foram várias as bandas que tiveram o papel de me causar sensações boas e ruins, e por incrível que pareça esse papel também é variável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das mais marcantes foi Alice In Chains, na época tinha um amor platônico e ouvia como um adolescente (talvez como UMA adolescente), emocionado. Depois num futuro próximo a este amor platônico, quando ouvia sentia tudo o que sentia anteriormente, mas achando graça, pois o amor platônico se mostrou não tão platônico quanto eu pensava. Mais para frente Beatles alegrava minha vida. Hoje em dia quando ouço me causa uma sensação estranha, pois agora ele embala um momento não tão agradável e me remete a algumas dores crônicas. Isso me faz pensar que a trilha por mais importante que seja, não tem força o suficiente para ter um significado só seu, acaba que os momentos lhe moldam, lhe dão gostos, lhe dão formas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para pessoas sinestésicas e empáticas, estas formas musicais podem ser pontiagudas, e o gosto pode ser muito amargo. Acho que em algum lugar da minha memória talvez ainda existam trilhas com perfumes agradáveis, mas as poucas que eu lembro pereceram, como se um espectro negro lhe tivesse roubado toda a luz e leveza. Isso não impede e nem deveria mesmo impedir de ouvir nada que me traga sensações desagradáveis, pois como sempre disse: prefiro sentir dor do que ficar em coma. Mas as vezes a dor é demais, melhor é administrar em pequenas doses diárias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7375676751983759478?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7375676751983759478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/lifes-soundtrack.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7375676751983759478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7375676751983759478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/lifes-soundtrack.html' title='Life’s Soundtrack'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1334568838239475717</id><published>2009-01-22T21:58:00.000-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.591-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Enfim uma verdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo costumava ser tão simples. Tudo costumava ser tão real. Não que agora tudo seja uma farsa, a verdade ainda existe, mas agora não faz mais parte das regras do jogo. Se as pernas da mentira são curtas, as da verdade foram amputadas. A nova regra é a omissão, e o jogo agora é apenas para um jogador. Nada mais é permitido, uma só palavra de ternura, um simples afago ou uma singela, mas palpável declaração do seu sentir. Nada mais é permitido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E acredite, se a expressão do sentir é proibida, o que se faz não deveria ser mais importante. Porque o fazer é fugaz, pode durar minutos, no máximo horas. Já o sentir, o sentir perdura durante todo o seu dia, por vários dias, anos ou até uma vida. Ele está sempre lá, a espreita, pronto para bater à sua porta, e caso você não o deixe entrar, ele irá irrompê-la, e talvez sua presença lhe cause ainda mais desconforto e horror. Porque pensamos no fugaz fazer? Talvez achemos que ele é a expressão do sentir, mas sinceramente, eles nem sempre estão associados, e como disse apenas o sentir é importante, apenas o sentir é constante, seu companheiro para todos os dias, frios ou quentes, amarelos ou cinzas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O horror, este também é outro novo participante do cotidiano. Ele é o substituto da fé. Quando se acredita em algo, e simplesmente acredita, sem titubear, sem ao menos se questionar, se tem a fé, quando seu coração se esvazia de fé, este é tomado pelo o horror. O horror entra em cena quando suas certezas não estão mais sozinhas, quando fantasmas as rodeiam durante todo o seu sentir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A omissão somada do horror causa a perda parcial da esperança, que não precisa ser cega, pode enxergar, mesmo que por águas turvas.  Mas vamos por partes, digo parcial porque é claro que ainda resta esperança, porém a água por onde vejo minha esperança não está mais turva, está negra e densa, a esperança não pode ser vista apenas sentida, mas sei que ela existe, onde quer que esteja. A esperança está em algum lugar nos prendendo a este mundo e a estas regras, se não fosse a esperança o que nos seguraria neste jogo? O que nos faria seguir estas regras? Pura covardia? Talvez. Mas prefiro acreditar que há uma esperança, uma vontade adicional de sentir a simplicidade e o conforto que ela pode trazer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O horror, a tristeza... Estes são componentes da vida, e nós (alguns de nós) temos a vontade violadora de simplificar a vida: Você está triste? Por quê? Dê-me um motivo, eu irei lhe ajudar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem dera se fosse tudo tão simples, temos a inocência de achar que a vida é como uma engrenagem (a clockwork Orange), algo programável e débil. Se há algo errado, troque uma peça, chame um mecânico. Mas as coisas parecem não funcionar assim, por isso buscamos artifícios menos pragmáticos. A arte! A música, a literatura, cinema, as plásticas. Algo que possa servir não como uma porta, mas como uma fenda para nossa alma. Uma fenda estreita que lhe possibilita infinitas visões subjetivas. Isso é ser humano, buscar algo que não tem uma função social, apenas a função de ser real, de ser verdadeiro, de poder se expor sem preocupar com as regras do jogo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas e quando você não consegue sequer abrir um simples buraco de alfinete? E quando sua languidez lhe priva da expressão, a única e derradeira vazão para seus sentimentos. Pois bem, este é o quadro clínico. Acostume-se com ele, pois se posso fazer algo, “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;acho melhor não&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro viver em meio à névoa de um passado saudoso, e sentir, mesmo que de maneira omissa e individualista, a vida, por mais amarga e torpe que esta seja. E de qualquer forma, existem outros jogos a serem jogados, mas em todos eles há ao menos uma regra em comum, a hipocrisia. Talvez tenha escolhido mal os participantes do jogo, mas o que sinto é um imenso vazio, que só não é mais imenso porque é ao mesmo tempo raso, como já disse antes, raso como um pires. E talvez pior que ter que mentir o tempo todo para todos, é ter que mentir o tempo todo para si mesmo, mas essa também é uma regra destes jogos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costumam dizer por aí: “&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Eu não sou audiência para a solidão&lt;/span&gt;”, mas esta frase não faz muito sentido para mim. Talvez haja uma vida simples, bonita com caminhos retos e floridos. Mas desta vez prefiro dizer a verdade – este caminho não existe, a felicidade é uma mentira eterna, ou uma verdade efêmera, faça sua escolha. A desilusão é a condição real humana, mas cortar seu pescoço não lhe fará sentir melhor, apenas lhe fará parar de sentir. Se morrer é parar de sentir – “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;I see dead people...  all the time&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1334568838239475717?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1334568838239475717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/enfim-uma-verdade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1334568838239475717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1334568838239475717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/enfim-uma-verdade.html' title='Enfim uma verdade'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5076330265823732023</id><published>2009-01-21T09:49:00.002-02:00</published><updated>2009-01-21T09:52:11.477-02:00</updated><title type='text'>Five Years</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;We've got five years, stuck on my eyes&lt;br /&gt;We've got five years, what a surprise&lt;br /&gt;We've got five years, my brain hurts a lot&lt;br /&gt;We've got five years, that's all we've got&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;By Bowie&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5076330265823732023?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5076330265823732023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/five-years.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5076330265823732023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5076330265823732023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/five-years.html' title='Five Years'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8959329681873281827</id><published>2009-01-18T21:56:00.002-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.591-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Subindo degraus para saltar do alto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basta observar um pouco para percebermos que quanto maior as expectativas maiores as decepções, não precisa de muito esforço para chegar a esse tipo de conclusão. Porém algo que me intriga é o que nos leva a criar as expectativas, ou porque nos sentimos tão mal quando as coisas não acontecem de acordo com nossos planos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquer forma, essa parece ser a lógica da vida, criarmos planos para alguns darem certo e outros darem errado, e nesse jogo de expectativas e decepções criamos nossas próprias novelas, e a arte cria seus dramas. Basta assistir um filme, ler um livro ou um quadrinho, ou qualquer coisa que o valha e você perceberá como o narrador cria a intriga, nos leva para o seu mundo, urde o roteiro forçando-nos a criar a expectativa certa (pelo menos essa é a expectativa do autor), no final ele pode atender essa expectativa ou dar uma reviravolta nos chocando e rompendo com nossa expectativa, e é claro, adoramos finais surpreendentes por mais tristes que sejam, todos adoramos uma boa surpresa.  Mas também sabemos que é só um filme, e que depois esqueceremos tudo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como estava falando, realmente essa nossa necessidade de criar expectativas me intriga, vou tentar fazer algo diferente nesse post, enumerando os possíveis motivos dessa necessidade e porque algumas soluções se frustram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;1 – O que são expectativas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meu ponto de vista são tentativas de por nossa capacidade de previsão em prática. Isso provavelmente acontece por, como Nietzsche afirmou, não sermos animais que esquecem. A nossa experiência vivida faz com que imaginemos que as coisas tendem a se repetir, é assim com um alimento, por exemplo, comemos algo que é horrível e esperamos que toda vez seja assim. É claro que esse é um exemplo demais simplório, mas prefiro usar estes genéricos para tentar não ser tão pessoal, pensem vocês mesmos nos seus exemplos, afinal já estou sendo didático até demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;1.1 – O que mais nos leva a criar expectativas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O convívio social faz com que queiramos copiar algumas trajetórias, ou ter a mesma sorte (ou azar) de certas pessoas. Isso é claramente uma generalização, mas somos mesmos generalizantes, não conseguimos pensar nas coisas com clareza sem sistematizar e tentar criar padrões, somos mesmo empíricos, acredito que nossa essência seja moderna e não pós-moderna.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, existe certa pressão para que seu comportamento seja padrão, as pessoas não esperam que você seja um desviante. Este fator pesa bastante e no final das contas a expectativa alheia acaba lhe obrigando a criar expectativas sobre sua trajetória padrão, suas conquistas devem condizer com o que  a sociedade espera e admira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, um bom exemplo para isso seria ter um amigo que conseguiu sua licença para dirigir ou passou no vestibular em uma faculdade disputada, a tendência é criarmos expectativas de fazer as mesmas coisas, além disso, esses exemplos são obviamente comportamentos padrões bem vistos pela sociedade o que nos força ainda mais a conseguir alcançar essas metas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;2.2 – O que frustra nossas expectativas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Metas, isso também é um grande problema, pois parece mesmo fazer parte de nossa essência. Estamos sempre criando planos, não fazemos nada sem um objetivo traçado, somos feitos de segundas intenções, sempre pensando no próximo passo. E como num jogo, quando algo sai errado culpamos a nós mesmos, como se o erro não fosse o acaso e sim uma falha em nosso planejamento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que são muitos fatores importantes, coisas acontecendo a todo o tempo, criamos nossos planos como se todos fossem peças de xadrez e como se a vontade dos outros fosse guiada por nossa própria vontade.  Agora é que as coisas começam a me dar um nó.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ser sincero, sei e você também sabe que as pessoas são bem previsíveis a maior parte do tempo, e por isso acabam por satisfazer nossas expectativas muitas das vezes.  Isso se deve aquele fato de seguirmos um comportamento padrão imposto e cobrado pela sociedade. Por outro lado, se não houvesse essa cobrança, e todos fizéssemos o que realmente desejássemos nos nossos anseios mais profundos, iríamos nos frustrar com as outras pessoas com muito mais freqüência, aliás, acho que esse é o pior tipo de frustração, uma vez que o sentimento de impotência, o orgulho ferido e uma série de outros sentimentos nos deixam com sensações físicas bem estranhas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de nos decepcionarmos freqüentemente por criar expectativas estúpidas, temos o péssimo hábito de criar expectativa nos outros, e fazemos isso intencionalmente. Quando prometemos algo, juramos ou até mesmo combinamos um programa, estamos apenas criando uma expectativa. É claro que isso é útil, uma vez que precisamos de um planejamento dos nossos dias, afinal, como disse, não conseguimos lidar com a imprevisibilidade. Mas acontece que muitas vezes temos que agir diferente do que prometemos, as vezes cedemos aos nossos ímpetos, contrariando as normas sociais e as expectativas das pessoas mais próximas a quem em tese deveríamos algumas explicações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, tudo isso parece muito confuso e tudo muito óbvio, eu gostaria de dar exemplos mais palpáveis, tenho muitos para dar, mas se eu falasse tudo o que eu penso, estaria rompendo com as expectativas de todos ao meu redor, e por enquanto ainda não estou pronto e nem eles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, vejo que a única solução para não nos decepcionarmos é não criando expectativas, porém, isso é impossível (apesar de algumas pessoas dizerem que conseguem não criar expectativas, isso é patético). Inclusive, quando deixamos de ter expectativa com uma pessoa ou coisa em específico, nada mais estamos que prevendo uma possível decepção, estamos com expectativa de decepção. Isso é mentir para si mesmo, é ficar pensando que algo ruim ou chato irá acontecer, para quando sair tudo certo comemorarmos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluindo, todos sabemos de nossas expectativas, e sabemos quando elas são destruídas e o quanto isso nos dói, as vezes só não admitimos para os outros por causa das normas sociais e pelo o orgulho, e não admitimos para nós mesmos porque a verdade é um fardo muito pesado para se carregar. Preferimos a fantasia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8959329681873281827?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8959329681873281827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/subindo-degraus-para-saltar-do-alto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8959329681873281827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8959329681873281827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/subindo-degraus-para-saltar-do-alto.html' title='Subindo degraus para saltar do alto'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1035148191336449241</id><published>2009-01-13T12:12:00.000-02:00</published><updated>2009-01-13T12:14:24.824-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>O último tiro</title><content type='html'>A imagem na retina&lt;br /&gt;o pesadelo impresso&lt;br /&gt;o pulso fica rápido&lt;br /&gt;as forças ficam débeis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a vida passa em sua frente&lt;br /&gt;o suor desce em sua fronte&lt;br /&gt;o óbvio lhe sova a mente&lt;br /&gt;você se afoga num apático cinza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há como fugir&lt;br /&gt;não há força para lutar&lt;br /&gt;a voz já não pode gritar&lt;br /&gt;nem direito ao choro lhe resta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você se encolhe&lt;br /&gt;como uma minhoca ao ser tocada&lt;br /&gt;você só pensa em pensar&lt;br /&gt;você só quer esquecer&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1035148191336449241?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1035148191336449241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/o-ltimo-tiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1035148191336449241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1035148191336449241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/o-ltimo-tiro.html' title='O último tiro'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-8564506272639866566</id><published>2009-01-06T14:46:00.000-02:00</published><updated>2009-01-06T14:47:50.615-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Parque Industrial Cover</title><content type='html'>Comedores de ração&lt;br /&gt;animem-se, a glória lhes corteja&lt;br /&gt;"é somente requentar e usar"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os copistas estão a produzir&lt;br /&gt;As máquinas não podem parar&lt;br /&gt;"Já vem pronto e tabelado"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa nem pensar&lt;br /&gt;A crítica já vem pronta&lt;br /&gt;Em revistas multi-uso&lt;br /&gt;A consciência encadernada&lt;br /&gt;"É somente folhear e usar"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-8564506272639866566?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/8564506272639866566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/parque-industrial-cover.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8564506272639866566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/8564506272639866566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2009/01/parque-industrial-cover.html' title='Parque Industrial Cover'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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Comecei a ouvir e a pesquisar sobre a banda, cada dia de forma mais voraz, virei um fã de carteirinha. Aos poucos percebi que havia uma certa “filosofia musical” (coisa de adolescente) que não era compatível mais com Legião Urbana, e de repente via a Legião indo do céu ao inferno, a banda que eu adorava agora era alvo das minhas próprias críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é só um exemplo pra caracterizar um comportamento que todos julgamos ser tipicamente adolescente. Claro que há as pessoas, que chamo de “água com açúcar”, que nunca foram fanáticas com uma banda e tampouco odiaram uma outra, não é dessas pessoas que eu estou falando. Permitam me dizer que esse tipo de gente para mim é desprezível, ou no mínimo incompatível com minhas escolhas. Além disso acho que o ódio e o amor são sentimentos complementares, alguém quem não odeia dificilmente vai amar e talvez a recíproca seja verdadeira, mesmo que se negue veemente. Talvez assim surja a apatia, quando se deixa de amar, ou se deixa de odiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, vamos voltar à dicotomia das bandas, ela serve para legitimar o título deste post. Todos nós (exceto os água com açúcar) lembramos dos nossos extremismos adolescentes, como negamos as estruturas sociais, como prometemos para nós e para todos ao redor que nunca faríamos certas coisas comuns e como quebramos a nossa cara ao entrarmos na fase adulta e seguir a cartela social a risca, como manda o script.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, já na fase adulta (onde em tese eu devo me encontrar) olhamos para trás e vemos o como éramos extremistas, ai pensamos: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;agora já amadureci, não caio mais nessa armadilha de extremismos. Uma pessoa madura tem que conseguir achar o meio termo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que percebemos (ou ao menos percebo) que não é bem assim que acontece. Minha vida é feita de extremismos: bossa-nova e punk, baixo e guitarra, refrigerante e whisky, história e matemática, presenças e ausências, puritanismos e “junkienismos”. Mas ao contrário de muitos, acho que os extremismos são necessários, e tornam a vida mais apimentada. Esse negócio de aceitar qualquer coisa, de estar tudo bom, de cada um na sua, gosto não se discute e por aí vai não me convence. Acham que existiria Mozart, Burgess, ou Nietzsche se eles concordassem que cada um devia seguir o seu caminho? Nem é necessário dar minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, mesmo sendo uma das pessoas mais extremistas que já tomei nota, vejo que essa nossa tendência aos extremismos às vezes se torna patética. Como podemos de repente, odiar algo que amamos intensamente? Será que vivemos uma vida de mentiras sobrepostas, e que nada faz sentido, que apenas existe o agora, e que o passado é um verme que deve ser morto todo dia de manhã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é outra tendência demasiadamente humana, a de subjugar o passado, de ver com nossos olhos maduros e superiores um passado inocente, onde sempre fomos enganados pelas circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pra mim não acontece, não há enganação, há dedicação, entrega em cada detalhe como se tudo ao meu redor estivesse envolto em uma atmosfera passional. As coisas que eram boas eram boas sim, basta lembrar da sensação de ouvir Nirvana ou até mesmo Legião Urbana. Aquele já preencheu minha vida, já me fez bem, e hoje tenho consciência que meu passado é quem construiu o meu presente e quem dará base pra meu futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, post deveras brega e piegas. Tudo isso é só pra dizer que não trate o seu passado como se fosse um lixo que teve que passar, como se fosse uma vacina para todo o mal do mundo que está por vir. Lembre da sensação do momento, lembre que é bom sentir, e principalmente é bom viver apaixonadamente. E não seja água com açúcar, caso contrário você tem sérias chances de não conversar comigo (oh, como isso é importante! Hahaha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, última observação... Desculpe pelo o sermão de um desconhecido. Mas é que ultimamente eu estou com poucos amigos para dar conselhos. :)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5634107849188688510?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5634107849188688510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/deus-e-o-diabo-na-terra-do-cotidiano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5634107849188688510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5634107849188688510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/deus-e-o-diabo-na-terra-do-cotidiano.html' title='Deus e o Diabo na terra do cotidiano'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-380888569895183385</id><published>2008-12-25T12:20:00.001-02:00</published><updated>2008-12-25T12:27:03.872-02:00</updated><title type='text'>Enfim, desisto</title><content type='html'>o pires então transborda&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-380888569895183385?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/380888569895183385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/enfim-desisto.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/380888569895183385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/380888569895183385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/enfim-desisto.html' title='Enfim, desisto'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/2905617665969364872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/som-e-fria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2905617665969364872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2905617665969364872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/som-e-fria.html' title='Som e Fúria'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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De um lado há o mundo de luzes alvas, do conforto e previsibilidade, de outro há o mundo das sombras, muitas vezes desconhecido, onde a existência do desconforto é latente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é algo que se aspira a maior parte do tempo, e muitas pessoas nem conseguem perceber o segundo. Na verdade há algo mais confortável do que um mundo onde só existam linhas retas, apenas luz, onde a esperança é tão forte que chega a ser palpável? (ao longo deste post esses mundos vão ficar mais inteligíveis para todos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hesse em sua obra chama atenção para o entrelaçamento que envolve esses dois mundos, como eles são próximos, como eles dialogam o tempo inteiro. Talvez seja nesse ponto que me faço divergir do autor. Em minha vida as coisas costumam ser como “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;aqua et oleu&lt;/span&gt;”, para mim não existe ponto de conexão entre estes dois mundos. Ou melhor, pode até ser que existam, as coisas sempre estão conectadas, mas não consigo viver estas duas experiências simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa minha dificuldade em viver em dois mundos ao mesmo tempo, faz com que eu viva intensamente cada experiência, faz com que eu chegue aos extremos, experiemente até as últimas consequências, ou no mínimo as penúltimas, pois a última às vezes não lhe permite experimentar uma próxima. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, durante toda a minha vida eu fui um dos que apenas conheceu um lado da moeda, e o lado predominante sempre foi o das luzes. E nesse ponto o trocadilho é quase que indispensável, realmente eu sempre fui um bocado iluminista, um bocado racional, um bocado inocente sobre as várias possibilidades que a vida oferece. Isso me fez viver uma vida de conforto sem igual, por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de comportamento fez com que eu relacionasse minha experiência com a de Sinclair (narrador do livro). Enquanto Emil Sinclair afirma que o seu cândido mundo é constantemente bordeado pelo o mundo lúgubre, no meu caso é o contrário – meu mundo sombrio é constantemente bordeado pelo o claro. Para entender esse raciocinio é necesário que eu deixe duas coisas claras, em primeiro lugar não considero esse bordeamento uma interação entre os dois mundos, considero no máximo uma sobreposição em determinados momentos, como uma noite de chuva após um longo e escaldente dia de sol. Em segundo lugar, ao contrário do que pode parecer, não vivo a maior parte do tempo em um mundo sombrio, mas é só nele que o mundo claro pode interferir. Quando estou no mundo inocente, a inocência é plena, o mundo negro não ousa se aproximar de maneira furtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no final das contas eis o mundo negro que toma-me a vida, porém, antes de tudo é importante esclarecer mais um ponto sobre este mundo, o mundo negro não é ruim, e os adjetivos que venho utilizando ao longo do post não são pejorativos. Ele só causa desconforto, é imprevisivel, é muitas vezes impensado, a bússula não funciona dentro deste ambiente. Pense num mundo de trevas, onde você não consegue enxergar um palmo em frente aos seus olhos, é assim que me sinto. E tenho que assumir, isso não é ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ao contrário do que vinha acontecendo, os insights de luz vêm me visitar a todo momento, a razão, a honra, a virtude e todas essas coisas inventadas ainda fazem parte de mim e seus símbolos ainda são forte como uma ferida aberta, me causam febre, me tiram o sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho dizer isso, mas eis o que me incomoda, se agora não consigo ver onde piso por causa da escuridão, antes não conseguia enxergar por causa da forte luz que me cegava, e me dava um rumo a seguir, um rumo circular, sem sentido. Prefiro caminhar sem direção, do que na mesma direção de sempre. Mas de pouco adianta, falta-me coragem. Nietzsche já disse uma vez: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mesmo o mais corajoso de nós raras vezes tem a coragem para o que realmente sabe”&lt;/span&gt;, é exatamente assim que me sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que estou passando por uma crise epistemológica interna, como a da pós-modernidade. A mundo de certezas vem caindo, a cada dia mais. Porém minhas ideologias estão nascendo, cada dia ficando maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou dar exemplos didáticos, como costumo fazer, sobre esses dois mundos, por dois motivos: 1 - se quiserem entender a metáfora de Hesse, leiam o primeiro capítulo de Demian; 2 – não vou expor minha luz e minhas sombras para vocês, nem lhes conheço ora bolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, gostaria de terminar novamente com Nietzsche:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;Como? Vocês escolhem a virtude e o peito estufado, e ao mesmo tempo olham furtivamente para as vantagens dos irrefletidos? - Mas com a virtude renuncia-se às vantagens.&lt;/blockquote&gt;Pois é, renuncio a virtude, murcho o meu peito e fico com as vantagens. Agora quero aprender a fechar meus olhos quando a luz tocar em minha ética, seja lá qual for.  Fazer com que quando o calor cândido do mundo branco tocar minha consciência ela esteja morta, assim como todos esses símbolos que me empurraram goela abaixo durante toda a minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A ave sai do ovo. O ovo é o mundo. Quem quiser nascer tem que destruir um mundo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3853321521275286965?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3853321521275286965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/dois-mundos-um-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3853321521275286965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3853321521275286965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/dois-mundos-um-eu.html' title='Dois mundos, um eu.'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1263891799964645412</id><published>2008-12-11T15:59:00.002-02:00</published><updated>2008-12-11T16:02:48.554-02:00</updated><title type='text'>Mudanças e permanências</title><content type='html'>Bem, minha vida é hoje uma coisa totalmente diferente de 1 ano atrás, porém algumas coisas por mais que se tente são difíceis de mudar. É quase uma estrutura, mas enfim, tudo isso para lembrar que o poema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/cega-inocncia.html"&gt;http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/cega-inocncia.ht&lt;/a&gt;&lt;a href="http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/cega-inocncia.html"&gt;ml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz mais sentido agora do que quando foi escrito. E dessa vez agravado pelo o simples motivo de não dever fazer mais sentido, mas faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, esse post foi medíocre. =)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1263891799964645412?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1263891799964645412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/mudanas-e-permanncias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1263891799964645412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1263891799964645412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/mudanas-e-permanncias.html' title='Mudanças e permanências'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-2936449364944016709</id><published>2008-12-02T10:43:00.004-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.592-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Painkillers for a new life</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de mais nada, esse é mais um tópico sobre a dor. Mas o importante é que o motivo da postagem é outro bem diverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raramente, costumo ter dores fortes e hoje foi um desses dias. Normalmente essas dores começam de madrugada e só percebo que não estou bem, quando acordo de um pesadelo. Nesses casos o motivo do pesadelo é a dor, o desconforto físico é quase sempre revertido em sofrimento psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos já devem ter passado por uma experiência parecida, algum incomodo físico que é revertido num sonho, numa situação surreal que reflete o desconforto físico. O mais comum é deitar em cima do braço e sonhar que o membro está sendo amputado, ou prender o pé em algum lugar e sonhar que alguém está te prendendo, enfim, algo que seja muito semelhante a atual situação do seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso como são dores abdominais, daquelas que se diluem por seu corpo, que se misturam  com outras sensações, você não sabe ao certo de onde vem, sabe que dói, sabe que é horrível, e só quer fazer passar. Que tipo de pesadelo uma dor dessas pode gerar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu tentasse imaginar um pesadelo deste tipo, sem nunca ter vivenciado, acho que não conseguiria, mas como vivencio isso posso tentar descrever. Esses pesadelos revelam os meus maiores medos, reconstroem fatos que me causariam o maior desconforto. Algo como imaginar o seu melhor amigo lhe aprontando uma puta sacanagem ou você sendo humilhado em público por um motivo qualquer. Mas acredite, os pesadelos tem detalhes sórdidos, e não adianta acordar e voltar a dormir, porque o pesadelo irá voltar, enquanto a dor existir o pesadelo vai te perseguir. Não é só isso, ele assume formas assustadoras, situações irreais que usam o argumento do ridículo para te convencer, um amontoado de hipérboles que em seu estado letárgico de sono e dor são aceitas como verdades absolutas. Ou seja, como se não bastasse a dor ainda vem o tormento psicológico, isso confirma a teoria de que desgraça pouca é bobagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, finalmente podemos chegar ao motivo do tópico que não é a dor e sim os painkillers (analgésicos). Em meio a madrugada levantei como um zumbi procurando um, e achei. Aproximadamente 30 minutos depois de uma superdosagem já me sentia bem melhor, iria finalmente poder dormir sem dor, sem pesadelos. Mas a maior sensação de conforto é o pragmatismo dos medicamentos, você sabe exatamente o que tomar para acabar com cada dor. E a certeza é tão grande e reconfortante, que me faz pensar nos painkillers do cotidiano, as coisas que fazemos pra nos distrair, para tentar aplacar a dor da existência (dramático, não?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, não vou ficar dando exemplos didáticos como sempre costumo fazer, ao invés disso vou fazer uma comparação. O que queremos com medicamentos é parar de sentir, o motivo da dor continua lá, mas você quer simplesmente esquecê-la. Buscamos muitas distrações para nossa vida, e isso é fato. Não estou fazendo julgamento negativo de nossas distrações, é só mesmo uma comparação, mesmo porque não vejo nenhum mérito em ficar cultivando dor. Sofrer sem recompensa é muito cristão pra mim, é bom refletir, mas não tem nada de negativo em procurar alívio para nossos tormentos. O que eu mais quero é descobrir alguns novos “Painkillers for a new life”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Been waiting for the night to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I knew that it would save us all&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Now everything's dark&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Keeps us from the stark reality&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Been waiting for the night to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Now everything is bearable&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;And here in the still&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;All that you feel is tranquility&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-2936449364944016709?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/2936449364944016709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/painkillers-for-new-life.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2936449364944016709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2936449364944016709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/12/painkillers-for-new-life.html' title='Painkillers for a new life'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1343653465570868534</id><published>2008-11-28T12:02:00.004-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.592-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Dia 28</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem após terminar de ler o livro de Keith Jenkins, "a história repensada", ficou uma conclusão, a história é sempre feita para alguém. E essa volta toda é só pra dizer que essa história é feita para alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que dia 28? Por no mínimo algumas razões. Primeiro que só conseguimos entender algo depois que se passa, difícil entender uma conjuntura estando no olho do furacão. Talvez agora consiga pensar com mais clareza, e chegar à algumas conclusões que não irei expor por fugir do compendio deste texto e por não querer ser óbvio e explicito demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra razão é o valor que damos para as coisas que não são mais. Essa frase fala por si só, mas posso dar ao menos um exemplo didático. No dia-a-dia, vivemos em uma constante rotina. Eu por exemplo ando de moto pra cima e pra baixo, tenho minha vidinha confortável e não paro pra pensar nisso. Afinal, está tudo lá ao alcance das minhas mãos. Em um momento que isso venha a desaparecer sentirei a falta. Sim a mais pura e dolorida falta, a sensação de que deveria ter aproveitado mais enquanto durou e quiçá fazer durar por toda a eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o dia 28 representa isso, a nostalgia a vontade de fazer voltar e a falta de atitude no dia anterior, que iria transformar o 28 em apenas mais um dia, dentro do previsível e tranqüilo mar das coisas cotidianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de certa forma, algumas coisas têm de ser o que são. Não se pode ter tudo ao mesmo tempo, e antes trair a si mesmo, a suas ideologias e seus princípios do que trair a alguém especial. Fecho com a frase de um amigo, que é a minha nova ideologia, algo que resume bem o que quero levar pro resto dos meus dias: “Amigos não traem”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1343653465570868534?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1343653465570868534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/dia-28.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1343653465570868534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1343653465570868534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/dia-28.html' title='Dia 28'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-9201867141373145758</id><published>2008-11-17T00:48:00.003-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.593-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>O que é dor?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Freqüentemente tenho que caminhar em frente a um hospital de pronto socorro, e passando por lá eu me lembro de uma coisa que é óbvia, mas que se torna atormentador quando se é tão palpável: as pessoas sofrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar pensando, só agora este egocêntrico percebeu isto? Não, o caso não é este, mas é que algumas cenas nos provocam sensações novas, abrem uma chave de memória, tocam um lugar diferente. Não existiu apenas uma cena que me provocou este alarde, e sim uma sucessão delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, vejo alguém descendo do táxi. Era uma jovem mulher, ela estava encurvada, a dor estava clara em seu semblante. Ela vestia, muito provavelmente, a mesma roupa que usa para dormir, um pijama com pantufas. Ela poderia estar como eu, voltando de uma noite de diversão com os amigos, mas não, ela não consegue pensar em outra coisa, senão se livrar daquela dor que a atormenta. Essa cena, que na maioria das vezes me passaria despercebida aguçou ainda mais minha percepção. Em seguida vi uma senhora, de aproximadamente 60 anos, segurando em seu colo um bebê que provavelmente seria seu neto. Ele chorava incessantemente, e ela tentava o acalmar, mas de pouco adiantava. Nesse momento eu percebi que as pessoas sofrem, cada um com sua própria dor, com seu próprio desgosto, cada qual com seu sofrimento, mas a regra é o sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente se a dor é física, se a dor é sentimental ou seja lá que outra dor possa existir, essa dor pode piorar, acredite. Por pior que esteja se sentindo, pode ficar pior, digo isso por experiência própria. Tendemos a valorizar nossa dor, muito além da dor dos outros, mas não podemos deixar de comparar nossa dor de agora com a dor de outros momentos, ou até mesmo vislumbrar um fato que nos causaria uma dor ainda maior do que a dor de agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento que senti foi deveras peculiar, poucas vezes o senti. Mas fatalmente, amanhã ele já será passado. De pouco importa o sofrimento dos outros, talvez amanhã eu perca o meu ônibus, ou quem sabe, minha camisa preferida esteja suja. Não sei dizer, mas um desses horríveis fatos que me causam sofrimento em breve irão suprimir essa empatia para com o sofrimento alheio. Há algo mais palpável e aterrorizador que o meu próprio sofrimento? Ele é menor do que o dos outros? Eu só posso dizer que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-9201867141373145758?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/9201867141373145758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/o-que-dor.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/9201867141373145758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/9201867141373145758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/o-que-dor.html' title='O que é dor?'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-7135468483576458228</id><published>2008-11-14T23:53:00.003-02:00</published><updated>2008-11-15T00:29:45.084-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>O Cárcere de Hipnos</title><content type='html'>Sono constante, ebriedade resultante&lt;br /&gt;Da inapetência de conviver&lt;br /&gt;Amarras frouxas, simbólicas&lt;br /&gt;Psicológicas, ilógicas&lt;br /&gt;Contudo medíocres&lt;br /&gt;não trazem paz, não trazem medo&lt;br /&gt;Mas, igualmente enfadonhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortá-las-ei&lt;br /&gt;Escorrer por entre seus nós&lt;br /&gt;Trocar de peia&lt;br /&gt;Em busca de um novo&lt;br /&gt;de um costumeiro cárcere&lt;br /&gt;um mais palpável&lt;br /&gt;com projeto tangível&lt;br /&gt;feito por mim e inteligível&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-7135468483576458228?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/7135468483576458228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/o-crcere-de-hipnos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7135468483576458228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7135468483576458228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/o-crcere-de-hipnos.html' title='O Cárcere de Hipnos'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1617102012716421960</id><published>2008-11-11T14:53:00.002-02:00</published><updated>2008-11-11T15:28:09.501-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Estou... ainda sentindo.</title><content type='html'>Estou cansado de dizer, pra ouvidos ou para as paredes&lt;br /&gt;Estou triste, por estar tão exposto, ser tão desnecessário&lt;br /&gt;Estou decepcionado, com minha insistência tão humana em errar&lt;br /&gt;Estou assustado, com os fantasmas que são mais visíveis do que eu&lt;br /&gt;Estou pensando, que algumas coisas não tem solução&lt;br /&gt;Estou querendo, que tudo mude, mas sobretudo essa lente deformada&lt;br /&gt;Estou com medo, de perder o que ainda considero vital&lt;br /&gt;Como se tivesse que respirar sem ar&lt;br /&gt;Como se um câncer cego, me devorasse&lt;br /&gt;Como se o abismo fosse mais visível que as margens&lt;br /&gt;Sem antes, sem depois, só o agora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1617102012716421960?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1617102012716421960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/estou-ainda-sentindo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1617102012716421960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1617102012716421960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/estou-ainda-sentindo.html' title='Estou... ainda sentindo.'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-4974631770063616676</id><published>2008-11-11T14:00:00.003-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.593-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Auto-panóptico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O 1984 está acontecendo, como Orwell temeu em sua distopia. Só que agora a teletela não é mais algo externo, nem uma iniciativa estatal, estamos nós mesmos instalando uma, em cada cantinho de nossa vida. Se na obra de Orwell a teletela servia para entreter e vigiar, a nossa teletela não funciona muito diferente. O seu novo nome é Internet (e qualquer dispositivo que dê acesso à rede).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As redes de relacionamento (pra brasileiro é orkut), blogs (como este), last.fm e centenas de outros mecanismos cumprem muito bem a função de espiões do cotidiano, e como já adiantei, o diferencial é que nós mesmos construímos esse monstro, nós estamos ávidos para entrar nesse panóptico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assustador pensar no quanto nos expomos. Estava de olho neste meu blog e vi o quanto de informação pessoal tem nele. Por aqui você pode saber o que ouço, onde trabalho, quais pessoas conheço, ver minhas fotos, até saber o que quero ganhar de aniversário. E o pior, vocês podem saber o que eu sinto, o que penso e quiçá conhecer as minhas angústias através de uns esparsos poemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensarmos novamente na teletela, ela só captava imagem e voz, criamos um mecanismo muito mais avançado, muito mais sutil e meticuloso, e esta obra é pública, todos vocês participam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em troca de quê nos submetemos a isso? Tentamos vender nosso peixe (como Z. Bauman afirma em seu livro “Vida pra consumo”), ou quem sabe só queremos nos diferenciar? Quem sabe nos sentimos poderosos ao poder vigiar a todos e as vezes até nos esquecemos que também estamos sendo vigiados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer sugestão é só postar um comentário. (Isso serve para todos os meus leitores imaginários)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-4974631770063616676?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/4974631770063616676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/auto-panptico.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4974631770063616676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/4974631770063616676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/auto-panptico.html' title='Auto-panóptico'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5439005622209414715</id><published>2008-11-07T15:53:00.004-02:00</published><updated>2008-11-07T16:13:49.103-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sugestões'/><title type='text'>Presentes para MEU aniversário</title><content type='html'>OBS: serão acrescentados itens de acordo com meu interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei, esse post é deveras egocêntrico. Mas vamos ser sinceros, é bom ter um norte, não estou pedindo presentes, mas se alguém for me dar um livro ou outra coisa que depende de bom gosto, dê uma olhada antes aqui para evitar presentes de gaveta. Tem o link também com o preço mais em conta que eu achei, mas sintam-se livres para procurar em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Legenda:&lt;br /&gt;$ - até 15 reais&lt;br /&gt;$$ - até 25 reais&lt;br /&gt;$$$ - até 55 reais&lt;br /&gt;$$$$ - até 100 reais&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Livros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16463413/Jean_Paul_Sartre_Mestres_da_Literatura_Contemporanea_Vo___.html"&gt;A náusea - Jean P Sartre ($)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16332877/Gabriel_Garcia_Marquez_Cem_Anos_de_Solidao.html"&gt;Cem anos de solidão - Gabriel G. Márquez ($)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16435012/Zygmunt_Bauman_Medo_Liquido.html"&gt;Medo líquido - Z. Bauman ($$)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16803282/Jose_Saramago_Ensaio_Sobre_a_Cegueira.html"&gt;Ensaio sobre a cegueira - José Saramago ($$)&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5439005622209414715?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5439005622209414715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/presentes-para-meu-aniversrio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5439005622209414715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5439005622209414715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/presentes-para-meu-aniversrio.html' title='Presentes para MEU aniversário'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-6619907655821023874</id><published>2008-11-04T14:08:00.007-02:00</published><updated>2009-02-04T10:51:11.594-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaiando'/><title type='text'>Like a rolling stone</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem andei pensando sobre muitas coisas nos últimos dias e cheguei a uma conclusão, é difícil chegar a uma conclusão. &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;:)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava pensando especificamente sobre o porque de tomarmos algumas decisões, mas a verdade é que o rumo que as coisas tomam não tem um motivo claro e as pessoas não conseguem entender isso, não conseguem lidar bem com a complexidade das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabemos que do século XX para cá chegamos a um consenso (intersubjetividade) sobre desconstrução do que antes determinávamos como verdade. Não posso deixar de pensar que nas nossas decisões acontecem a mesma coisa. São tantos fatores que interferem na nossa vida que é até ridículo ficar tentando achar uma causa para tudo, a origem das coisas. Uma vez meu professor de História da ciência da técnica fez uma brincadeira que ele mesmo chamou de paradoxo do careca ou algo do tipo (todos que tiveram aula com ele sabem que ele gosta de criar paradoxos). Bem, quando você vê um careca, sabe-se imediatamente que ele é um careca, mas a queda de qual fio o caracterizou como tal? Quantos fios precisaram cair para ele ser chamado de careca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, às vezes nos encontramos numa situação que não sabemos muito bem a origem, onde tudo começou, só sabemos que estamos nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem em tentar explicar de forma didática as coisas do trabalho, da faculdade e todo o resto onde se faz necessário, mas temos mesmo que justificar nossas decisões de maneira didática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vamos nos expor parece que as pessoas gostariam de algo tão objetivo quanto os “TOP 5” do Nick Hornby, seria engraçado, e vocês sabem o quanto adoro parecer mau cheio de humor negro no coração, mas as vezes nem sempre funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá bom, esse post está bem caretão e sério, o que não é normal, mas é só uma justificativa para os meus pares. Entendam, é complicado e eu não sei o que se passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;How does it feel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;To be on your own&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;With no direction home&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Like a complete unknown&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Like a rolling stone?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6619907655821023874?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6619907655821023874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/bem-andei-pensando-sobre-muitas-coisas.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6619907655821023874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6619907655821023874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/11/bem-andei-pensando-sobre-muitas-coisas.html' title='Like a rolling stone'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/versos-soltos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/868066354719663501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/868066354719663501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/versos-soltos.html' title='Versos soltos'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/dulce-maana.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2363805510112194650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/2363805510112194650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/dulce-maana.html' title='Dulce mañana'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/routine.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7086566856021190097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/7086566856021190097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/10/routine.html' title='Routine'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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Minha vontade era de quebrá-lo, jogá-lo pela parede e voltar a dormir, mas como sei de minhas obrigações (apesar de que não sei por que as tenho), apenas apertei o botão de desligar e levantei, fui direto para o chuveiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomei banho, meio ainda sem saber onde estava. Minha vontade era realmente de voltar a dormir, mas eu tenho autocontrole. A água na verdade não me incomoda, incomoda a falta dela, o meu chuveiro é um bocado vagabundo. Por um lado isso é bom porque economiza água, e até luz, pois afinal, temos que controlar também as finanças, e não só a nós mesmos, por outro lado a água só atinge uns 10 cm quadrados do meu corpo, e o restante fica congelando com o vento que passa pela janela quebrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo fui tomar o meu café da manhã. Como sempre, e então comi meu rotineiro pão com gordura vegetal hidrogenada, vulgo margarina e meu café ralo. Minha vontade era de comer um baita de uma omelete com dois ovos, muito bacon e refrigerante, mas temos que nos controlar, afinal de contas, tem a história do colesterol, diabetes, celulites e nem sei mais o quê, além é claro das finanças. Contentei-me com o que tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei de fazer as mesmas coisas que faço todos os dias e fui pegar o ônibus para o trabalho, minha vontade nesta hora era de desistir de tudo, já faz anos que não tenho férias, e estou num emprego que odeio, sem falar no fato de que odeio a todos que trabalham comigo, principalmente o meu chefe arrogante. Mas como sempre faço, peguei o ônibus lotado e fui para o trabalho. Gosto de seguir sempre minha rotina e fazer as coisas como as planejo, a vida sem previsibilidade é assustadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ônibus, pessoas com os piores perfumes, falando alto, sendo grossas. Minha vontade era de partir a cara de pelo menos 6, sentar no banco da frente reservado para idosos e ir sem que ninguém sequer olhasse para mim, mas como sou um homem civilizado, apenas prendi a respiração, não sentei nos lugares reservados para os idosos e fui para o fundo, disputar um lugar vazio para permanecer em pé. No próximo ponto entram 6, justamente 6 jovens que sentam nos lugares para idosos. Agora mais que nunca queria quebrar a cara de 6 pessoas, mas sou civilizado, lembram? A luta não era com eles, era comigo mesmo, logo fiz o que sei fazer de melhor, engoli minha raiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando no serviço, dou bom dia a todos que mais odeio, sento na minha mesa, e cuido de toda a burocracia diária que prefiro não detalhar, já estou de saco cheio de tudo isso. Dos fatos no meu horário de serviço me recordo bem de dois. O primeiro foi a estagiária que não para de me dar bola, ela deve ter uns 22 anos e se oferece para mim em todas as oportunidades. Hoje por exemplo ela me chamou para um chope depois do trabalho, com um semblante pra lá de suspeito. Não sei o que ela vê em mim, mas só sei que meus instintos quase me obrigam a tomar uma atitude, porém, sou noivo e tenho que me controlar. Além do mais, um homem com minha idade, não ia pegar bem, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro fato, foi um telefonema da minha noiva, ela me fez de gato e sapato no telefone por que não vou poder sair com ela no sábado, pois tenho que trabalhar. Minha vontade era de mandar ela para o inferno, mas como sou civilizado, apenas concordei sem alterar minha voz, pedi desculpas e ainda tenho que pensar numa forma de me redimir, talvez compre flores. Eu sei que não fiz nada de errado, mas não posso me comportar feito um bruto. E afinal de contas, já estamos juntos há tanto tempo, nosso casamento já está até marcado, mesmo estando de saco cheio dela e de tudo isso, não dá mais para terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso tudo, que nem são tantas coisas assim, me lembro somente de ter chegado em casa, assistido o jornal, ter me masturbado pensando na estagiária, afinal de contas já fazem umas 5 semanas que não faço sexo com minha noiva e depois, fui dormir pra esperar o próximo dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6684068775454571872?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6684068775454571872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/09/mais-um-dia-de-auto-controle-ficcional.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6684068775454571872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/6684068775454571872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/09/mais-um-dia-de-auto-controle-ficcional.html' title='Mais um dia de auto-controle (ficcional)'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-37701590283777485</id><published>2008-09-04T13:49:00.006-03:00</published><updated>2008-09-04T13:56:14.261-03:00</updated><title type='text'>Como já dizia Eustache Deschamps</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"Feliz é aquele que não tem filhos porque as crianças não fazem senão chorar e cheiram mal; só dão trabalhos e cuidados; têm de ser vestidas, albergadas, alimentadas; contraem doenças e morrem. Quando são crescidas podem seguir por maus caminhos e ser presas. Nada senão cuidados e desgostos; nenhuma felicidade nos compensa das aflições, dos trabalhos e das despesas com a sua educação."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E isso foi dito por volta de 1392... viram só, as coisas não mudam.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-37701590283777485?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/37701590283777485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/09/como-j-dizia-eustache-deschamps.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/37701590283777485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/37701590283777485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/09/como-j-dizia-eustache-deschamps.html' title='Como já dizia Eustache Deschamps'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-1323772830385228677</id><published>2008-08-28T13:45:00.002-03:00</published><updated>2008-08-28T13:49:57.244-03:00</updated><title type='text'>Desabafo ao mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_u65qVFk-FRM/SLbXKvF3IQI/AAAAAAAAAFM/wyQqh8MjxHc/s1600-h/00000001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_u65qVFk-FRM/SLbXKvF3IQI/AAAAAAAAAFM/wyQqh8MjxHc/s320/00000001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239611795931865346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seres desprezíveis, odeio em vocês tudo o que vejo em mim. Bando de copistas, copiam tudo que&lt;br /&gt;custei a copiar. Para as favas com sua pompa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-1323772830385228677?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/1323772830385228677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/desabafo-ao-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1323772830385228677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/1323772830385228677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/desabafo-ao-mundo.html' title='Desabafo ao mundo'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u65qVFk-FRM/SLbXKvF3IQI/AAAAAAAAAFM/wyQqh8MjxHc/s72-c/00000001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-2563296209057154109</id><published>2008-08-28T13:26:00.002-03:00</published><updated>2008-08-28T13:35:01.388-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mùsica'/><title type='text'>Músicas</title><content type='html'>Como estou "repostando" os posts mais importantes do antigo &lt;a href="http://oficinadodiabo.wordpress.com/"&gt;Oficina do Diabo&lt;/a&gt;, lá vai as duas músicas que eu havia postado lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Pathetic: &lt;a set="yes" linkindex="18" href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f2b01c"&gt;http://www.goear.com/listen.php?v=9f2b01c&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa foi uma brincadeira que fiz e contei com a colaboração da &lt;a href="http://piluladiaria.blogspot.com/"&gt;Jana&lt;/a&gt; tudo composto e gravado no meu quarto em alguns minutos. :)&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Preto Velho: &lt;a set="yes" linkindex="23" href="http://www.goear.com/listen.php?v=1bb8907"&gt;http://www.goear.com/listen.php?v=1bb8907&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa não precisa dizer de quem é, de qualquer forma também foi gravado tudo no meu quarto, dessa vez sozinho.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5920176865602314064</id><published>2008-08-28T13:15:00.003-03:00</published><updated>2009-01-30T12:30:38.937-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Incerta existência</title><content type='html'>Nesse espaço escuro e sujo&lt;br /&gt;Onde o silêncio é uma sinfonia&lt;br /&gt;um Buraco em que me alma se enfia&lt;br /&gt;me molho em pranto e enferrujo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não me importo com Hipócrates&lt;br /&gt;nem com minha discrasia&lt;br /&gt;não penso em disparates&lt;br /&gt;nem em toda hipocrisia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na inanidade, escolho o nada&lt;br /&gt;e na bagatela de uma vida&lt;br /&gt;fico ditoso em não existir&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5920176865602314064?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5920176865602314064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/incerta-existncia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5920176865602314064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5920176865602314064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/incerta-existncia.html' title='Incerta existência'/><author><name>Alexandre Ubaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02342772894562973723</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-_CPEFGzca0Q/TlKbLgSELXI/AAAAAAAAAQg/a5ESIv6h0Bw/s1600/264931_2068540762864_1525184460_32271587_7573488_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3238303714647708510.post-5700706666997581914</id><published>2008-08-28T13:04:00.001-03:00</published><updated>2008-08-28T13:14:56.859-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poemas'/><title type='text'>Cega Inocência</title><content type='html'>Amarga tristeza imunda&lt;br /&gt;Amarra minha alma&lt;br /&gt;Maldita visão enfada&lt;br /&gt;Enxerga só, é frívula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que há&lt;br /&gt;Há o que enxergar&lt;br /&gt;Pena que só&lt;br /&gt;Sem compartilhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triste imundice amarga&lt;br /&gt;Minha alma pena&lt;br /&gt;a pena de não ser só&lt;br /&gt;não sou só&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frívula de enxergar&lt;br /&gt;o que deveria ser nada&lt;br /&gt;porque aparecestes?&lt;br /&gt;enfada-me de falar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que há&lt;br /&gt;Há o que enxergar&lt;br /&gt;Pena que só&lt;br /&gt;Sem compartilhar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-5700706666997581914?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/5700706666997581914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/cega-inocncia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/5700706666997581914'/><link rel='self' 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é só meu&lt;br /&gt;perpassa minhas veias&lt;br /&gt;estremece minhas entranhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O som dos tambores&lt;br /&gt;Os vultos de bronze&lt;br /&gt;a névoa do ódio&lt;br /&gt;o medo mulato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a dormência de um ser&lt;br /&gt;das trevas coração&lt;br /&gt;o horror, o horror&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-3004335603361433226?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/3004335603361433226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/08/trevas-corao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3238303714647708510/posts/default/3004335603361433226'/><link rel='self' 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/&gt;Mania intrépida de trepidar&lt;br /&gt;Doce lembrança de um futuro certamente incerto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planos montanhosos que desmoronam a rolar&lt;br /&gt;como duas galinhas gordas&lt;br /&gt;à perspectiva de se ter um jantar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longo caminho a murmurar até o derradeiro&lt;br /&gt;É a foz sem ciclo&lt;br /&gt;É a voz sem grito&lt;br /&gt;É o só, e só!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3238303714647708510-6330069642395566854?l=alexandreubaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/feeds/6330069642395566854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandreubaldo.blogspot.com/2008/07/biocracia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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